Buscar
  • iblue-editor

7 dicas para escolher um fornecedor de RPA

O RPA tem demonstrado cada vez mais benefícios a todas as empresas que o adotam. Sua capacidade de acelerar a conclusão de processos, reduzir sensivelmente os erros e o tempo de auditoria, aumentar a conformidade das operações, diminuir custos e fazer com que sua equipe tenha mais tempo livre para as atividades estratégicas ao negócio, são apenas algumas de suas qualidades.


Mas se a definição pela necessidade do RPA é algo bem fácil de ser compreendido, a implementação da automação, nem tanto. Isso porque é necessário contratar uma solução escalável, que esteja de acordo com os objetivos da sua empresa e ofereça todo o suporte necessário para acompanhar o processo de transformação digital em todos os pontos.


Por isso, é tão importante identificar determinados pontos chaves antes de fechar negócio. A seguir você vai conferir as principais dicas para escolher sem medo. Siga conosco e confira!


1. Prefira opções de alta flexibilidade na implantação


Suponhamos que sua empresa ainda não tenha adotado a computação em nuvem para os negócios. Nesse caso, a escolha ideal será por um fornecedor de RPA local que, momentaneamente, atende bem às necessidades.


Entretanto, não demorará muito até que os gestores percebam todas as vantagens do ambiente em cloud. E, então, será necessário recomeçar sua jornada com um novo fornecedor de RPA.


Por isso é muito importante, já de início, encontrar um parceiro que tenha amplas opções de implementação, interfaces e sistemas.


2. Exija um altíssimo nível de proteção


Hoje, além de arcar com multas por falta de conformidade, as empresas correm o risco contínuo de ataques. De acordo com dados da Fortinet, o Brasil recebeu cerca de 8,4 bilhões de ataques cibernéticos ao longo de 2020.


Todo cuidado é pouco, por isso torna-se indispensável a utilização de um RPA que alcance os mais altos níveis de compliance e proteção contra as ameaças.

Para atender as exigências de conformidade, é importante buscar soluções que salvem os dados do fluxo da automatização em registros de atividades. Já quanto à segurança, é importante ter em mente duas necessidades específicas: proteção da plataforma e do bot.


O ideal é buscar uma plataforma de RPA que ofereça integrações de segurança e governança a nível empresarial, com a certificação SOC 2, Tipo 1, devidamente identificada e autenticada em multicamadas.


Além disso, esse cuidado deve ser abrangente aos bots próprios e de terceiros, que são utilizados em sua empresa, reduzindo ao máximo as vulnerabilidades no software.


3. Atente-se à Inteligência Artificial nativa


Há uma certa limitação na automação quanto à aprimoração dos processos para o negócio. Por isso, há alta necessidade do fornecedor de RPA escolhido trabalhar com o desenvolvimento da Inteligência Artificial no sistema.


Um bom exemplo, está no fato de que 80% dos dados coletados, como e-mails, redes sociais, textos e outros, não estão estruturados, o que dificulta a devida análise por falta da ferramenta e prejudica o nível de automatização sem IA.


É importante ainda que a IA do fornecedor seja nativa ao RPA oferecido, já que esse recurso integrado oferece alto desempenho, compatibilidade, escalabilidade e alto nível de segurança.


4. Peça por escalabilidade


Pode ser que o RPA escolhido seja utilizado em apenas um determinado setor da empresa. Mas com o passar do tempo e o crescimento dos negócios, a solução também poderá ganhar mais campo.


Entre as opções que o fornecedor de RPA deve ter para contribuir com a escalabilidade, estão as tecnologias para back office e front office que estejam voltados a departamentos essenciais, como o RH, financeiro, contabilidade, entre outros.


Para escolher uma ferramenta que não falhe na hora de escalar, considere estes fatores:


  • Foco total nos usuários;

  • Possibilidade de ser atendido por desenvolvedores locais;

  • Ferramentas para o uso dos administradores dos sistemas corporativos.


5. O suporte completo é indispensável


Para que a implantação do RPA seja totalmente bem-sucedida, é importante que o suporte seja o mais completo possível. Nesse caso, o suporte 24/7 assegura que todas as dúvidas e possíveis socorros técnicos sejam oferecidos imediatamente.


Além disso, é interessante que o fornecedor tenha uma comunidade ativa de usuários que se ajudem para a troca de experiências e práticas recomendadas. Programas de treinamentos para todos os níveis também são importantes. Isso ajudará a formar novos profissionais dentro da empresa.


6. Busque a validação de terceiros


Pesquise o nível de satisfação dos clientes atuais do fornecedor para assegurar que a qualidade do serviço oferecido está no parâmetro desejado por sua empresa.

Busque principalmente por casos de sucesso que indiquem experiências sobre a utilização do serviço. Compare os concorrentes, entenda os diferenciais e anote tudo o que for interessante à sua empresa.


7. Valorize os relatórios analíticos avançados


Um bom RPA deve coletar, organizar, analisar e oferecer insights sobre os dados levantados. É importante que indique, por exemplo, quanto tempo leva para um pedido ser processado, quantas transações estão pendentes e quais processos precisaram da intervenção humana para serem finalizados.


Com esse relatório os gestores devem identificar possíveis gargalos na operação, perceber oportunidades de melhorias e reorganizar os fluxos de trabalho para alcançar o máximo desempenho possível.



Conheça o RPA da iBlue


A iBlue é uma consultoria digital com mais de 120 especialistas capacitados para entender, criar e implementar ideias, gerando e transformando em alto valor para o seu negócio. Combinamos tecnologias modernas e uma entrega rápida, oferecendo todo o suporte exigido pelas empresas na implementação de soluções, como o RPA.

Converse com um analista iBlue agora mesmo e entenda como implementar o RPA da iBlue com a máxima eficiência para a sua empresa!




12 visualizações0 comentário