Quais processos podem ser automatizados na sua empresa com o RPA?

Contar com processos automatizados já faz parte da realidade de grande parte das empresas, independentemente de seu porte ou segmento. Afinal, a estratégia traz inúmeros benefícios, tanto para a companhia quanto para a equipe de profissionais e o mercado.

Nesse contexto, inúmeras organizações estão considerando o RPA — Robotic Process Automation, como uma maneira de automatizar processos e utilizar de inteligência artificial ao mesmo tempo.

Ciente desse movimento, criamos este artigo com exemplos reais para você entender o que precisa para aplicar a tecnologia em seus negócios

. Veja também: Robotic Process Automation (RPA): O que é e qual sua importância na transformação digital?

Como saber se um processo pode ser automatizado?

Um desafio de grande parte das companhias, ao aderir ao RPA, é descobrir quais processos podem ser automatizados.

No dia a dia corporativo, diversas são as atividades, e nem todas são fáceis de executar. Confira abaixo, então, quais tarefas podem receber automação e facilitar sua vida e a rotina de seus colaboradores.

Processos com regras padronizadas

Para utilizar o RPA, um profissional deverá criar “bots” — agentes virtuais —, que executem determinada tarefa. Em seguida, será cadastrado o processo que eles deverão seguir para realizar sua função, tudo baseado em regras.

Diante disso, processos com regras padronizadas são mais suscetíveis à automatização. Em especial, isso se dá pela facilidade de a inteligência artificial compreender e aplicar essas normas.

Processos repetitivos

Seguindo a mesma lógica do item acima, quando a atividade apresenta características repetitivas, a atuação dos bots é mais simples. Sendo assim, o processo de “ensiná-los” a realizar determinada tarefa é mais rápido e os resultados mais eficientes.

Novamente, a compreensão dessa responsabilidade pode ser assimilada de forma simplificada pelo agente virtual, colocando-a em prática logo em seguida.

Processos de alto volume

Em uma comparação simples, os bots podem realizar determinadas funções até 15 vezes mais rápido que colaboradores humanos. Na prática, isso significa que processos automatizados trazem um ganho de velocidade, especialmente em processos de alto volume. Por isso, deixá-los a cargo dos agentes virtuais traz uma grande melhora nos índices de produtividade de uma empresa.

Processos com exceções controladas e limitadas

Obviamente, há casos em que surge uma exceção, ou seja, é preciso tomar uma decisão para finalizar a atividade. Se essas surgem com frequência, pode não ser ideal torná-las processos automatizados. Mas, se essas exceções são controladas ou limitadas, fica mais simples adaptar os bots a elas.

Para tanto, utiliza-se de regras condicionais, as quais o sistema compreende rapidamente e realiza a escolha correta.

Processos coordenados e integrados ao sistema

Quando o RPA puder se conectar ao sistema utilizado na empresa, a situação fica muito mais simples. A explicação para isso é que ele pode contar com informações provenientes de seu ERP, que geralmente já vem mais completas e codificadas. Isso facilita o processo e o torna apto a se tornar automatizado.

4 condições para priorizar os processos que devem ser automatizados

Mesmo com o conhecimento dos processos que podem ser automatizados, ainda resta um grande leque de alternativas. Assim, é comum continuar em dúvida sobre qual atividade deve ser priorizada no momento de implementar o RPA e iniciar a automação.

Para facilitar essa escolha, confira abaixo 4 condições que você deve considerar antes de definir a prioridade de cada.

Dependência de ajuda humana

Um bom ponto para iniciar sua automação está nos processos que apresentarem alta dependência de seus funcionários. O motivo para isso é que eles estão mais suscetíveis a falhas humanas.

Além disso, essas são as funções que, em geral, mais tomam tempo dos colaboradores e afetam a produtividade da companhia. Tirá-las do modo manual pode trazer ganhos organizacionais mais rapidamente.

Complexidade elevada

Muitas pessoas imaginam que somente atividades simples podem contar com o auxílio do RPA. A realidade, porém, é que o software consegue dar conta de tarefas de alta complexidade — e com mais rapidez e eficiência que seus colaboradores.

Por isso, se uma função requer muito tempo e auxílio para ser executada, pode ser colocada no topo de sua lista de prioridade. Torná-la mais simples te ajudará de imediato.

Alto volume de solicitações

Seguindo o mesmo pensamento citado no tópico “processos de alto volume”, é preciso destacar essas operações aqui também. Essas são atividades que possuem uma grande quantidade de dados, ou ainda que devem ser realizadas com uma frequência maior.

Sendo assim, automatizar esses processos te trará maior produtividade, possibilitando que sua equipe se foque nas tarefas mais importantes e estratégicas.

Dificuldade de Terceirização

Diversas atividades cotidianas de algumas empresas — em especial no setor financeiro — exigem conformidade regulatória. Por conta disso, fica mais complicado realizar sua terceirização. Para não precisar contratar uma equipe inteira para realizar tarefas rotineiras, o RPA surge com uma excelente maneira de tornar estas em processos automatizados. Ganho de tempo, dinheiro e queda na burocracia.

. Veja também: RPA e CX: Como a automação pode proporcionar uma melhor experiência aos seus clientes?

O que fazer depois de selecionar os processos a serem automatizados?

Assim que definir os processos que serão automatizados, chega o momento de dar o próximo passo. Agora, você precisará de uma ferramenta para te auxiliar nessa tarefa. Mais do que isso, será necessário um fornecedor que te ajude em todo esse processo, te possibilitando tirar o melhor proveito da plataforma.

Assim, a iBlue surge como o parceiro ideal para sua empresa. Com mais de 120 colaboradores, possui uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. A companhia atua com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado do desenho à implementação e a gestão de serviço das melhores soluções digitais, web ou mobile.

Precisando de ajuda com esse tema? Entre em contato conosco e vamos conversar para saber como podemos te ajudar!

RPA e CX: Como a automação pode proporcionar uma melhor experiência aos seus clientes?

A automação é um dos pilares da transformação digital das empresas. É por meio dela que podemos reduzir o tempo de execução das atividades manuais e, com isso, concentrar as equipes naquilo que realmente importa — e a experiência do cliente, ou Customer Experience (CX), é um dos principais pontos beneficiados.

Nesse contexto, a tecnologia de Automação Robótica de Processos (RPA) se tornou uma aliada poderosa. Ainda assim, é natural que surjam algumas dúvidas. Afinal, qual é exatamente a relação entre RPA e CX?

Se quer as respostas para essa e outras perguntas, você está no lugar certo. Aproveite a leitura!

Qual a relação entre RPA e CX?

O conceito de RPA se refere ao uso de tecnologias robóticas para automatizar processos digitais. Seu uso está diretamente relacionado à transformação digital, pois vai além da substituição de processos manuais. O foco, aqui, é a automação das tomadas de decisão.

Isso torna a tecnologia uma ferramenta importante para o aperfeiçoamento constante da experiência do usuário. Do ponto de vista da CX, o desenvolvimento de produtos e serviços exige uma combinação de atividades repetitivas e outras mais estratégicas.

Assim, o RPA surge como uma solução valiosa para otimizar a execução desses processos e, ao mesmo tempo, reduzir a necessidade da intervenção humana. Não é à toa que empresas dos mais variados setores, do financeiro ao atendimento ao cliente, adotam ferramentas com base nessa tecnologia.

Algumas soluções mais sofisticadas permitem até mesmo a análise de cenários mais complexos. Durante um atendimento ao cliente, por exemplo, plataformas baseadas em Inteligência Artificial (IA) são capazes de analisar o contexto por trás da situação para gerar insights antes das tomadas de decisão.

A própria escolha de quem é o profissional mais adequado para realizar aquele atendimento pode ser feita com base nessa análise prévia. Em outras palavras, um conjunto muito maior de atividades pode ser mais ágil e eficiente no dia a dia da empresa.

Consequentemente, a CX passa por um processo de melhoria contínua, no qual a empresa identifica as demandas do consumidor e adota medidas para solucioná-las.

. Veja também: Cocriação: Por que ela é a ideal para a inovação dentro das empresas?

5 maneiras que o RPA contribui para uma melhor experiência de consumo

As diferentes tecnologias de RPA promovem melhorias significativas em CX. Para começar, podemos destacar o exemplo dos chatbots.

1. Acesso facilitado ao atendimento

Quando os robôs virtuais de atendimento são disponibilizados de maneira estratégica, a empresa garante que o cliente encontre com agilidade as informações que precisa. Seja qual for o canal pelo qual a pessoa entrou em contato, ela será atendida com eficiência.

Isso significa evitar que o cliente seja enviado de um canal a outro para encontrar o que procura.

2. Resolução rápida de problemas

Com a automação por meio de chatbots, é possível fornecer à equipe de atendimento um conjunto de informações maior sobre cada cliente. Na prática, isso ajuda a solucionar problemas em menos tempo, aumentando a satisfação do consumidor.

3. Tempo de espera menor

As pessoas querem as coisas com rapidez e facilidade, mas a maioria não conhece a quantidade de trabalho realizado pelas equipes. Além de ampliar a diversidade de canais para atendimento, a tecnologia RPA executa processos em velocidade de software — ou seja, sem aquele longo tempo de espera por uma resolução humana.

4. Mais segurança

Como são programados para seguirem regras específicas, os bots RPA são mantidos dentro de diretrizes mais rígidas de controle. Para ir além, eles podem ser programados para identificar sinais de fraude e notificar automaticamente os gestores.

Mesmo transações de dados sensíveis são mais seguras, pois ocorrem sem a necessidade da intervenção humana.

5. Impulsiona o marketing

Tecnologias RPA vão além da automação, pois são capazes de coletar dados — e, na transformação digital, a informação é um verdadeiro ativo para qualquer empresa. Com base nesse material, podemos identificar quais clientes são mais propensos a comprar outros produtos ou fazer um upgrade em um serviço, por exemplo.

São insights valiosos para o marketing e para a própria equipe de vendas.

Como implantar o RPA na sua empresa?

O primeiro ponto a se ter em mente é que não existe uma única forma de aplicar o RPA; as tecnologias são implementadas de maneira personalizada de acordo com as demandas de cada empresa. Portanto, é natural que surjam alguns desafios.

Planeje detalhadamente

Um dos maiores problemas costuma ser justamente a dificuldade de arquitetar e implementar essas tecnologias. A boa notícia é que o RPA não exige grandes mudanças na infraestrutura, apenas a inserção das plataformas adequadas para automatizar processos digitais.

Dê um passo de cada vez

Tecnologias poderosas como essa tendem a abrir espaço para grandes mudanças. Contudo, é importante seguir um passo a passo bem planejado, no qual cada etapa é bem controlada. Lembre-se, por exemplo, de que todas as equipes precisam estar treinadas para operacionalizar as soluções antes de iniciarem o uso definitivo.

Reorganize os processos

Conforme o RPA for implementado, a tendência é que as equipes transfiram para a tecnologia algumas atividades. Com isso, os colaboradores ganham tempo para focar em outras tarefas — o que precisa ser previamente estudado para que esse recurso humano valioso seja bem direcionado.

Adote métricas de monitoramento

Uma automação de alto nível precisa de um bom sistema de gestão para garantir que ela esteja funcionando como deve. Vale lembrar, por exemplo, que um chatbot segue um roteiro pré-estabelecido — e falhas nesse mapeamento podem levar a um funcionamento e resultados indesejados.

A revisão dessas configurações deve ser feita periodicamente. A própria coleta de dados precisa ser monitorada para que nenhuma informação seja perdida. Além disso, é fundamental contar com métricas de desempenho para entender qual é o impacto do RPA na rotina das equipes.

. Veja tambem: Metodologia Agile: O que é e por que sua empresa deve adotá-la?

Conte com o apoio de especialistas

Se quer identificar as oportunidades para sua empresa e implementar a tecnologia de maneira estratégica, conte com o apoio de um especialista. A iBlue, por exemplo, é referência em consultoria para impulsionar a transformação digital nas empresas.

Com profissionais altamente capacitados e experientes trabalhando ao seu lado, você garante que a implementação seja feita com sucesso e de acordo com o que as equipes realmente precisam. Isso evita gastos excessivos com tecnologias que não são a prioridade e otimiza o investimento feito.

Agora que você já sabe qual a relação entre RPA e CX, coloque essa tecnologia para trabalhar a seu favor.

Em pouco tempo, você eleva o nível de satisfação do cliente e conquista resultados cada vez melhores para a sua empresa!

Robotic Process Automation (RPA): O que é e qual sua importância na transformação digital?

O termo Robotic Process Automation, também conhecido como RPA, tem ganhado cada vez mais destaque em grandes empresas.

Para se ter uma ideia, 63% dos gestores entendem que esse é um dos maiores componentes da transformação digital. O conceito, por sua vez, tem a ver com a maciça utilização de tecnologia dentro do ambiente corporativo, facilitando e agilizando os processos.

Hoje, entende-se que estar de acordo com as novas demandas de mercado é obrigatório para disputar espaço com outros grandes players, independentemente do setor de atuação. Acompanhar os demais é simples, complicado é se mostrar à frente quando todos buscam o sucesso.  

Com isso em mente, fica clara a necessidade de implantar o Robotic Process Automation (RPA) nos negócios de qualquer empresa, qualquer que seja seu tamanho. Para entender o que é, como aplicá-lo, seus benefícios e exemplos de utilização confira o texto abaixo.

Entenda como funciona o Robotic Process Automation

De acordo com o Institute for Robotic Process Automation and Artificial Intelligence — IRPA AI, o conceito de RPA é claro: é a aplicação de tecnologia na captura, configuração e interpretação de softwares. Dessa forma, possui a função de processar transações, manipular informações, buscar respostas e se comunicar com outros sistemas.

Na prática, pode-se entender que o RPA é a evolução da automação comum, principalmente por um simples motivo. Enquanto a versão padrão somente agiliza os processos, essa tecnologia também consegue aprender conforme realiza as atividades. Resulta na adição da Inteligência Artificial (AI) à automação de tarefas cotidianas.


. Veja também: Qual a importância do Big Data diante do alto volume de dados da era digital?

Como o RPA se relaciona com a transformação digital?

A transformação digital chegou ao mercado corporativo com força, recriando e adaptando diversos conceitos utilizados desde sempre. Sua principal característica, ao final, é a inclusão da tecnologia no cotidiano, trazendo novas soluções a problemas tradicionais.

Nesse contexto, o Robotic Process Automation se apresenta como fator importante da digitalização como um todo. Em outras palavras, não é obrigatória a utilização de RPA para concluir esse ciclo, mas certamente, ela facilita sua evolução.

Muito se dá por sua capacidade de tratar uma grande quantidade de dados de maneira automatizada, acelerando e melhorando sua análise. Mais do que isso, inúmeros desafios operacionais são resolvidos ou auxiliados com sua ajuda.

Confira detalhadamente alguns benefícios dessa solução:

Automatização de Processos

A automatização dos processos é um grande trunfo para qualquer negócio, em especial os que lidam com muitas informações. Nesse caso, O RPA permite que o trabalho, antes feito manualmente, possa ser realizado de maneira mais constante e eficaz.

Capacitação da Equipe

Ao contrário do que muitos pensam, o RPA não se apresenta como um “concorrente” dos profissionais humanos. Na realidade, a ferramenta tem como grande benefício poder treinar e capacitar sua equipe.

Isso é possível por conta de sua facilidade de interação e análise rápida. Assim, o software consegue instruir os colaboradores com caminhos mais simples para realizar as mesmas tarefas.

Velocidade dos Processos

Há um notável ganho de velocidade nos processos operacionais; na prática, significa que atividades outrora lentas, poderão ser realizadas em minutos.

Ter uma equipe que compreenda o RPA, portanto, é obrigatório para colher os frutos da adesão à ferramenta. Da mesma forma, aproveitar essa agilidade será um diferencial de sua empresa no mercado.

Aumento da Produtividade

Tudo acima citado resulta em um grande aumento da produtividade de sua organização, com índices nunca vistos.

Para tanto, é preciso seguir o passo a passo do software e, assim, tirar o melhor que ele tem a oferecer. Se feito corretamente, o processo pode trazer uma notável vantagem competitiva. 

Como planejar a transformação da sua empresa com RPA?

Boa parte do encanto que o RPA traz ao mercado está em sua implementação, em especial pela rapidez. Para isso, provedores oferecem soluções de fácil manuseio, podendo ser utilizadas por trabalhadores com pouco ou nenhum conhecimento na ferramenta.

É importante destacar, por outro lado, que essa aplicação é a mais básica, sendo necessário maior investimento e conhecimento para ter todos seus benefícios. Com isso, entende-se que o processo de planejamento da transformação digital em sua empresa com Robotic Process Automation deva seguir os seguintes passos:

Planejamento e Estratégia

O primeiro ponto a focar quando decidir por implementar o RPA está no planejamento. Aqui deve haver uma estratégia para essa adesão, evitando que o processo seja feito pulando etapas, resultando assim em problemas futuros.

Na realidade, é importante definir objetivos claros e mensuráveis. Feito isso, chega o momento de buscar formas de torná-los viáveis por meio da ferramenta.

É esse planejamento que fará com que o sucesso chegue à empresa, seja ele no faturamento ou no relacionamento com os clientes. Independentemente de seu foco, o plano de aplicação do software deve ser feito com cuidado e atenção.

Governança e Escalabilidade

Dentro do plano citado acima, é preciso separar um espaço para definir o dimensionamento da campanha. Nesse caso, considera-se a necessidade de software e hardware para alcançar os objetivos destacados. De nada adiantará, afinal, buscar grandes resultados com investimento mínimo na ferramenta.

Por isso, o departamento de TI atua aqui como um facilitador, sendo encarregado dessa previsão. Assim, terá que compreender as necessidades da companhia, os objetivos definidos e, com isso, dimensionar a plataforma necessária.

Já se feito de maneira incorreta, pode haver gargalos no processo, tornando a tecnologia ineficiente e falha.

Estabilidade do Sistema

Outro ponto que necessitará do conhecimento do departamento de TI é a garantia de um sistema estável. Afinal, não faz sentido investir em uma solução de automação se seu próprio software não consegue fornecer um ambiente virtual estável.

Com isso, entende-se que, antes de verificar a implementação do RPA, seja preciso analisar sua viabilidade. Em muitos casos, outros investimentos são necessários antes desse passo.

Seguir essa lógica se apresenta como um caminho coerente para garantir as funcionalidades do sistema e de todo o processo, agora automatizado.

Mudança Organizacional

A aplicação do Robotic Process Automation em uma empresa também possui seus desafios. Um deles — senão o maior — é fazer com que sua equipe entenda os benefícios da ferramenta, não a vendo com uma concorrente.

Essa é uma grande transformação que sua organização irá passar, e todos devem estar cientes das mudanças. Sugere-se, então, o treinamento de todo o time, deixando claro, sempre, que a plataforma vem para agregar.

Ao demonstrar como a tecnologia irá facilitar suas vidas e os auxiliar em suas rotinas, o sucesso se torna bem mais palpável. E, para isso, é importante iniciar esse processo pela conscientização dos gestores, que passarão a mensagem e a tranquilidade adiante.

Métricas Bem Definidas

Em qualquer planejamento estratégico, é preciso definir os objetivos esperados, conforme dito anteriormente. Mas além disso, também é ideal a utilização de métricas que permitam compreender o andamento do processo como um todo.

No momento de defini-las, entretanto, se faz necessário seguir algumas regras para ter métricas possíveis de serem alcançadas:

Indica-se que todos seus objetivos sejam mensuráveis, gerando um valor real para comparação, como “aumento de 15% no faturamento frente o mesmo período do ano passado”, e não apenas “aumento de faturamento”.

Foco Dedicado

Por ser uma importante ferramenta no planejamento e rotina de qualquer empresa, o Robotic Process Automation deve ter um foco exclusivo. Não é possível buscar o sucesso com este software se estiver pensando em diversas outras questões.

Ainda que simplificado, seu trato pode se tornar complexo se não for sua prioridade, trazendo resultados abaixo do esperado.

É comum que companhias estimem erroneamente o esforço que terão com essa implementação. Com isso, apresentam dificuldades em aplicar e manter o sistema funcionando.

Em geral, 40% delas afirma que o processo tomou mais tempo e recursos do que se esperava. Assim, com foco e determinação, é possível evitar esse tipo de situação facilmente.


. Veja também: iBlue e o seu reposicionamento: O que mudou?

Conte com a iBlue para implementar o Robotic Process Automation

Como é possível perceber, a transformação digital do mercado traz novas demandas às empresas. E automatizar seus processos, garantindo agilidade e eficiência em sua rotina é cada dia mais imperativo. Logo, o mais indicado é contar com parceiros que te auxiliem durante toda a implementação.

A iBlue surge como o parceiro ideal para sua empresa. Com mais de 120 colaboradores, possui uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. A companhia atua com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado no desenho e na implementação do RPA, mas principalmente, na gestão de serviço das melhores soluções digitais, web ou mobile.

Você tem interesse nesse tema? Gostaria de implantá-lo na sua empresa?

Tire suas dúvidas com os nossos especialistas. Entre em contato.

Cultura data-driven: o que é e por que sua empresa deve adotar

Dados são fundamentais para as empresas que desejam se manter relevantes na era digital. Contudo, diante do enorme volume de informações geradas atualmente, manipular esses ativos pode ser cada vez mais desafiador. E é nesse contexto que a cultura data-driven surge como solução.

Hoje, para que as companhias possam analisar o desempenho e o rumo dos seus negócios, não basta somente coletar informações sobre seu público ou mercado. A fim de tomar melhores decisões e aumentar sua competitividade, todos os departamentos de uma organização devem desenvolver sua maturidade em dados.

Então, para que você possa entender melhor e aplicar esse conceito, criamos este artigo. A seguir introduziremos o que é cultura data-driven, como ela funciona na prática e quais seus benefícios imediatos e em longo prazo. Confira.

O que é Data-driven?

Tomar decisões que afetam a direção das estratégias de negócios sempre fez parte da rotina de uma organização. Apesar disso, com as rápidas mudanças promovidas pela transformação digital, a frequência com que essas decisões são tomadas aumentou significativamente.

Nesse novo cenário, o conceito de data-driven ganhou mais força. O termo, da tradução “orientado a dados”, diz respeito a uma abordagem na qual as empresas buscam ser mais estratégicas por meio da análise e interpretação de informações coletadas.

Dessa forma, uma companhia que desenvolve uma cultura data-driven visa eliminar “achismos” para se tornar mais relevante em seu nicho. Afinal, passa a utilizar dados para orientar suas ações e, assim, consegue otimizar processos internos ao mesmo tempo que desenvolve uma cultura centrada no cliente.

4 pilares de uma cultura data-driven

Para entender como funciona uma cultura data-driven na prática, é preciso mencionar quatro pilares fundamentais que permitem às empresas tomarem decisões fundamentadas e mais assertivas. Confira.

Pessoas

Os colaboradores são parte essencial de qualquer cultura ou filosofia implantada em uma companhia. Isso porque, serão eles os responsáveis por colocar as novas ações em prática. Da coleta ao armazenamento de dados, todos os funcionários precisam ser treinados para adotar os novos processos de uma abordagem data-driven.

Além disso, também cabe aos líderes das organizações contratar especialistas em ciência de dados e estruturar departamentos analytics para que as análises sejam feitas com mais profissionalismo e eficiência.

Processos

Além das pessoas, uma nova cultura passa por criar processos que permitam desenvolvê-la de maneira organizada. Assim, para adotar uma abordagem data-driven é fundamental criar políticas de segurança e compliance que permitam aos colaboradores tratar os dados sem maiores riscos.

E como dito anteriormente, vale reforçar que é papel da companhia educar as novas normas e processos que serão seguidos por meio de treinamentos acerca da cultura data-driven.

Dados

Diante de tantas fontes de dados, cabe às companhias definirem as mais relevantes para o seu negócio. Durante esse processo, é fundamental ter metas claras, assim fica mais fácil descobrir quais as principais informações a serem coletadas.

Diversificar as maneiras e os canais em que são adquiridos esses ativos também ajudará a fornecer insights valiosos.  Ferramentas analytics, pesquisas de mercado, e ações de marketing em meios digitais ou offline são bons exemplos de fontes de dados.

Tecnologia

Com o alto volume de dados gerados atualmente, tecnologias de análise e automação assumem um papel fundamental na execução das estratégias data-driven. São elas as encarregadas por centralizar e estruturar as informações coletadas.

Na prática, soluções tecnológicas, como inteligência artificial, Big Data, RPA e sistemas de gestão permitem agilizar processos, aumentar a produtividade dos colaboradores, reduzir erros e, consequentemente, os riscos inerentes às decisões orientadas a dados.

Vantagens que a cultura data-driven traz às empresas

Para alcançar a transformação digital e se destacar no mercado atual, os dados são fundamentais. Apesar disso, muitas organizações ainda não utilizam esses ativos a seu favor.

Por isso, a fim de ajudar a sua empresa a dar os primeiros passos em busca da sua maturidade em dados, trouxemos algumas estatísticas que comprovam os benefícios da cultura data-driven. Confira.

Melhora a relação com os clientes

Ações orientadas a dados são úteis tanto para aquisição quanto para a retenção de clientes. Segundo um estudo da consultoria americana McKinsey & Company, companhias data-driven são 23 vezes mais propensas a fechar novos contratos e até 19 vezes mais lucrativas.

Afinal, com os dados corretos em mãos, as empresas conseguem analisar as principais dores, dúvidas e motivações de seu público a fim de proporcionar uma melhor experiência a eles durante toda sua jornada de compra.

Redução de custos operacionais

De acordo com uma pesquisa realizada pela BARC Research, organizações que adotam o Big Data reduzem seus custos operacionais em até 10%.

Esse resultado, por sua vez, está diretamente associado a outra pergunta desse mesmo estudo, a qual concluiu que 54% dos entrevistados obtiveram um melhor controle sobre seus processos organizacionais através do uso dessa tecnologia.

De modo geral, isso significa que a cultura data-driven proporcionou aos gestores uma visão ampla sobre processos internos e externos, o que permitiu identificar gargalos e oportunidades que pudessem otimizar os custos da companhia.

Torna a empresa mais competitiva

Quanto mais decisões orientadas a dados uma empresa tomar, mais estratégica e competitiva ela se tornará. Afinal, reforçando o que já foi dito nos tópicos anteriores, a partir dos dados é possível conhecer seu público, identificar tendências e otimizar processos.

Em outras palavras, para identificar as melhores oportunidades de mercado e crescer além dos benchmarks, é preciso adotar uma cultura data-driven. Comprovando isso, a Forrester estima que companhias orientadas a dados aumentam seu faturamento em até 30% ao ano.

Saiba mais sobre cultura data-driven com a iBlue

A iBlue é uma consultoria que visa auxiliar as empresas a se transformarem digitalmente e, assim, alavancar sua produtividade, receita e a experiência do cliente. Para tanto, conta com mais de 150 especialistas para atender, criar e implementar ideias inovadoras que geram valor ao seu negócio.

Na prática, utilizamos metodologias ágeis, soluções de ponta e squads de alta performance para atender cada cliente de acordo com suas demandas e necessidades. Se você quer entender mais sobre cultura data-driven, processos e tecnologias, acesse nosso blog e descubra como a iBlue pode ajudar em sua jornada digital. 

Design Ops e seu significado

Nos últimos anos, passou-se a investir mais em design na maioria das empresas, tanto na contratação como na aplicação de métodos e práticas que incorporam o designer com a estratégia do negócio.

Hoje, os designers trabalham em equipes e o mercado rapidamente entendeu este movimento e criou um conjunto de ferramentas para sanar as dores que estes tinham em seu dia a dia.

Assim, o Design Ops surge como uma ferramenta para apoiar times de design a se concentrarem na sua atividade principal e ajudar a manter a troca entre as diversas especialidades do time.

Para Nielsen Norman Group, podemos entender o DesignOps como “Orquestração e otimização de pessoas e processos de forma a criar uma ordem que amplie o valor do design e seu impacto em escala.”  A ideia é preparar a equipe para conseguir alcançar eficiência e eficácia em suas entregas.

Confira abaixo a estrutura básica, formas de trabalhar e seus objetivos:

Como trabalhamos juntos

  • Organização: organizar squads e objetivos
  • Colaboração: criação de métodos e comunidade de práticas

Como fazemos o trabalho

  • Humanização: onboarding e plano de carreira
  • Padrões: processos de design
  • Harmonização: criação do design system

Como o nosso trabalho cria impacto

  • Socializar: casos de sucesso e premiações
  • Enabel: criação de cursos e playbooks.

Existem dois tipos principais de abordagens:

DesignOps como um papel: pessoa ou grupo responsável por garantir que o time de design é apoiado de forma que possa se concentrar em projetar as soluções.

DesignOps como Modelo Mental: conjunto de processos padronizados, métodos e ferramentas que apoiam o time de design e permitem projetar em escala com eficiência.

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Gartner, em 2023 os produtos habilitados para DesignOps aumentarão sua receita duas vezes mais que concorrentes diretos.

Sendo assim, entendemos que DesignOps é uma ferramenta extremamente importante no lançamento de um produto, ainda mais um digital. A iBlue sempre acompanhando as tendências de mercado, está preparada para atender e agregar alto valor ao seu negócio.

Com mais de 150 colaboradores, possuímos uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. Atuamos com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado do desenho à implementação e a gestão de serviço das melhores soluções digitais, web ou mobile. Precisando de ajuda com esse tema?

Entre em contato conosco e vamos conversar para saber como podemos te ajudar!

Qual a importância do Big Data diante do alto volume de dados da era digital?

O uso de dados para a tomada de decisão dentro das organizações não é um processo novo. Afinal, desde o início da revolução industrial, as empresas utilizam informações internas e externas para melhorar as suas operações e garantir espaço no mercado.

Porém, com o advento da Era Digital, um novo termo vem ganhando espaço: o Big Data. Isso porque a quantidade de dados disponíveis, assim como sua variabilidade de formatos, aumentou muito nos últimos anos.

Com isso, é necessário utilizar tecnologias e ferramentas cada vez mais modernas e potentes para analisar e transformar esses dados brutos em informações úteis para as organizações, sendo o Big Data um grande aliado nesse aspecto.

Quer saber mais sobre essa tecnologia e entender qual a importância dela na Era Digital? Então continue a leitura e descubra!

Sobre a Era da Informação

As transformações digitais vivenciadas pelas empresas e pela sociedade nas últimas décadas deram início ao que é chamado de Era da Informação, também conhecida como Era Digital.

Esse processo teve início após a Segunda Guerra Mundial, momento no qual o mundo testemunhou um grande avanço na tecnologia. Surgiram os primeiros computadores, a internet e os telefones celulares.

Em poucos anos, saltamos de celulares que apenas faziam ligações para smartphones completos, com todas as funcionalidades que conhecemos atualmente.

Essa evolução tecnológica e a digitalização foi o que possibilitou a entrada da sociedade na Era da Informação. Vivenciamos um processo constante de criação e desenvolvimento de informações. A quantidade de dados aumenta exponencialmente ao longo do tempo, sendo que hoje as empresas têm acesso a muito mais informações do que nas décadas anteriores.

Além da quantidade, a variabilidade de informações também aumentou na Era da Informação. Afinal, é possível captar diversos tipos de dados, como imagens, reações, textos, interações e outras, advindos de diversas fontes, como cookies de site, cliques, palavras, interesses, redes sociais e outros.

Dessa forma, a Era da Informação modificou, de forma abrupta, o processo de produção e a forma como as empresas lidam com os dados e os utilizam para embasar a tomada de decisão.

Qual a importância do Big Data?

Antes de mais nada, é preciso entender o significado de Big Data. Ele se refere, basicamente, a um conjunto de ferramentas e tecnologias utilizadas para coletar, manipular e analisar um grande volume de dados.

Mas, qual a importância disso diante do contexto da Era da Informação na qual a sua empresa está inserida?

Como você pode perceber, a Era da Informação é um momento no qual um grande volume de dados está disponível para as empresas. Isso significa que as organizações têm acesso a muitas informações sobre o mercado, comportamento dos clientes, concorrentes e tendências.

Porém, esses dados só são úteis quando tratados e analisados de forma adequada. Eles precisam ser manipulados de forma a indicarem tendências e padrões que são capazes de embasar a tomada de decisão e as análises do contexto no qual a empresa está inserida. E isso é possível por meio do Big Data!

Ao tratar esses dados, você é capaz de acessar uma série de insights sobre o mercado e os seus clientes. Também é possível analisar as informações internas da organização e direcionar as suas estratégias de acordo com as tendências identificadas.

A empresa que utiliza o Big Data sai na frente na hora de se adaptar às reais necessidades dos clientes e do mercado. Você é capaz de se diferenciar das outras organizações por entender o que o seu consumidor realmente deseja ou identificar pontos de redução de custos ou otimização das atividades internas.

A empresa pode modificar o seu posicionamento de mercado, utilizando o Big Data para criar um diferencial competitivo que leva a organização a se destacar perante a concorrência.

Os 5 Vs que apresentam a importância do Big Data

Para entender mais sobre o Big Data, é importante que você conheça os 5 V’s que descrevem os elementos centrais que integram esse conceito. Entenda agora cada um dos 5 V’s e como eles evidenciam a importância do Big Data para a sua empresa. 

Volume

O mundo atual gera um grande volume de dados continuamente. Dessa forma, é necessário contar com uma estrutura capaz de armazenar e analisar essa grande quantidade de informações.

Esse é o Big Data! Com ele você é capaz de lidar com a grande disponibilidade de dados da era atual, vindos das mais diversas fontes, armazenando-as e utilizando ferramentas adequadas para a análise.

Variedade

Quando se fala em Big Data, não falamos apenas de uma grande quantidade de informações, mas também em uma ampla variabilidade de formatos e estrutura desses dados. Se antes precisávamos lidar apenas com palavras e números, hoje as empresas precisam aprender a lidar com imagens, emojis, reações, e-mails, vídeos, áudios e outros tipos de dados.

O Big Data é capaz de extrair informações relevantes desse tipo de dados, de forma a transformá-las em relatórios úteis para a organização. Portanto, ele é capaz, portanto, de lidar com dados variados, sejam eles estruturados ou não.

Velocidade

Na Era Digital, as informações são produzidas cada vez mais rápido. Isso exige que as empresas lidem com esses dados em alta velocidade, praticamente em tempo real. Afinal, tudo muda rapidamente, sendo essencial que a organização seja capaz de se adaptar a essas transformações na medida em que elas se colocam.

Essa é uma outra parte do conceito de Big Data. Afinal, essa ferramenta é capaz de tratar os dados com agilidade, mesmo em grande volume.

Veracidade

Outro elemento importante do conceito de Big Data é a veracidade. Ele se refere à confiabilidade dos dados que são coletados, garantindo que as informações geradas são verdadeiras e correspondem à realidade.

O Big Data exige, portanto, essa verificação das informações. Para isso, é necessário escolher bem as fontes de dados e utilizar estratégias e metodologias de coleta e verificação adequadas, de forma a garantir a veracidade dos dados preliminares e, com isso, garantir uma análise confiável.

Valor

O último V se refere a um dos desafios do Big Data: o valor. Afinal, diante de tantas informações e de um volume tão grande de dados, que mudam a todo momento, como saber quais são aquelas informações que realmente agregam valor, que são de interesse e úteis para o negócio?

Esse é um outro elemento que compõe o Big Data, evidenciando a sua importância. Afinal, não basta ter acesso a informações, mas sim ter acesso a informações úteis e de grande valor agregado, capazes de indicar o que realmente importa para a sua empresa.

Como o Big Data se transforma em estratégias reais?

Para entender mais sobre o conceito e importância do Big Data, é essencial que você tenha clareza sobre como ele pode se transformar em estratégias reais dentro da organização. Afinal, como utilizar o Big Data de forma prática dentro da empresa?

O Big Data pode ser utilizado em uma série de contextos distintos dentro da organização. Um exemplo clássico é a utilização do Big Data para identificar tendências comportamentais entre os seus clientes. Isso porque você é capaz de recolher uma série de informações disponibilizadas pelos consumidores, utilizando e-mail ou redes sociais por exemplo, e analisá-las.

Com isso, é possível organizar uma estratégia de marketing mais adequada para os clientes, focada em situações e tendências reais. Você também é capaz de identificar mudanças sutis no comportamento que podem indicar prováveis grandes transformações futuras, reposicionando a sua empresa e a sua estratégia de forma a se adaptar antecipadamente.

Outra utilidade do Big Data é a análise de processos internos da organização. Afinal, não é só fora da empresa que uma grande quantidade de dados é gerada diariamente. A organização também produz grande volume de informações sobre processos, utilização de recursos, desempenho de colaboradores, entre outros.

Portanto, o Big Data também pode ser utilizado para otimizar o tempo da organização e potencializar a produtividade do time. Também é possível identificar processos que estão gerando o desperdício e, com isso, melhorar o uso de recursos da empresa.

Vale lembrar que os relatórios gerados pelo Big Data permitem que você tenha em mãos informações úteis e estratégicas para embasar a tomada de decisão da organização. Ao invés de tomar decisões baseadas em questões subjetivas, a empresa conta com uma ferramenta eficiente para coleta e análise de informações objetivas para a tomada de decisão.

O que esperar do Big Data?

Tudo isso pode trazer uma série de benefícios para a sua empresa. Com a implementação de uma metodologia eficiente e adequada de Big Data, você é capaz de:

  • ter acesso à insights e ideias oportunas sobre o mercado e os seus consumidores, podendo melhorar as suas estratégias e posicionamento;
  • realizar o monitoramento do mercado em tempo real e previsão de eventos e tendências;
  • integrar uma série de ferramentas e dados utilizados pela sua organização, como o CRM e Business Intelligence;
  • identificar os principais riscos e ameaças para a empresa, com base em dados objetivos e, com isso mitigá-los ou lidar de forma eficiente com eventos não planejados;
  • tomar decisões complexas baseadas em relatórios e dados reais;
  • analisar e interpretar comportamentos padrões, tanto dos clientes quanto dos colaboradores e, até mesmo, da concorrência.

Como você pode perceber, o Big Data é uma ferramenta essencial para a empresa que quer se destacar na Era da Informação. Portanto, aproveite o conhecimento adquirido nesse artigo e entre em contato com a iBlue para entender como podemos ajudar você nesse processo de transformação!

iBlue e o seu reposicionamento: O que mudou?

Após algumas pesquisas realizadas, entendemos que era necessário resgatar nosso propósito, nossa essência e acompanhar as tendências do mercado. Por isso, optamos por oferecer uma experiência completa e não mais apenas ofertas.

Hoje, nos apresentamos como uma empresa altamente capacitada em entender, criar e implementar ideias gerando alto valor para sua empresa, utilizando-nos de tecnologias modernas e inovadoras. Estamos preparados para identificar as oportunidades, monitorar as tendências e solucionar seus desafios de negócio.

Somos sua parceira na transformação digital.

Para reger nossa entrega, definimos três pilares: Estratégia Digital, Experiência e Tecnologia. E para cada pilar, definimos ferramentas que vamos chamar de Capacidades.

No nosso primeiro pilar, Estratégia Digital, atuamos tanto na Otimização Digital, alavancando sua receita, produtividade e a experiência do cliente, como na Transformação Digital, oferecendo todas as ferramentas a novos produtos e serviços. Tudo isso é possível, porque criamos uma visão de alto nível e um roadmap estratégico bem detalhado, pronto para sair do papel e ser implementado. Suas capacidades são: Estratégia e Roadmap de Produto, Business Inteligence, Gestão de Produtos e Plataforma digital.

Já em nosso segundo pilar, recriamos negócios através da Experiência. Nosso trabalho vai desde pequenas intervenções na jornada do cliente até a adoção de uma abordagem customer centric para toda a organização. Suas capacidades são: Arquitetura de Informação, Experiência do cliente, Software Prototyping e Design de Inovação.

No terceiro e último pilar, Tecnologia, utilizamos de metodologias ágeis, tecnologia de ponta e squads de alta performance para implementar soluções customizadas para cada modelo de negócio. Suas capacidades são: Dados, IA e Machine Learning; RPA; Desenvolvimento ágil de software e modernização de TI; Arquitetura DevOps e Automação de testes.

Uma nova iBlue surge como sua parceira digital. Com mais de 100 colaboradores, temos uma equipe multidisciplinar que está apta a te auxiliar em qualquer tarefa. Atuamos com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado do desenho à implementação e gestão de serviço das melhores soluções digitais. Entre em contato conosco e vamos conversar para saber como podemos te ajudar!

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