Case Outsourcing

Como uma das maiores empresas no segmento de dados do mundo, com mais de 12.500 colaboradores em diferentes países, ampliou a parceria de outsourcing e contou com a iBlue para fomentar um processo seletivo para Trainees em tecnologia? Entenda o caso.

Uma empresa pioneira em Business intelligence, com clientes em 140 países. Através de softwares e serviços inovadores, ela possui mais de 40 anos de experiência e inovação em analytics.

Suas soluções possibilitam que empresas no mundo todo descubram insights e tomem decisões de forma mais inteligente e assertiva.

São reconhecidos pelo Gartner como visionários no Quadrante Mágico para plataformas de Análise e Business Intelligence. Com mais de 12.500 colaboradores pelo mundo, esta empresa confiou à iBlue um programa diferenciado para integrar sua equipe e potencializar seus projetos.

Outsourcing com a iBlue

Esta parceria começou em 2021 para atuarmos como consultoria especializada em outsourcing. Nesta trajetória, mostramos nossa capacidade em identificar e contratar profissionais qualificados para as atividades de maneira mais certeira, aumentando a eficiência e reduzindo custo e tempo no processo.

Com a nossa vasta experiência, desenvolvemos uma metodologia própria de acompanhamento com esses profissionais, monitorando a excelência no resultado e minimizando o turnover.

O sucesso da parceria foi tão grande, que fomos selecionados para entrar em mais uma frente: o HUB de formação.

HUB de formação

Foi então criado em parceria, o primeiro Programa de Trainee, proporcionando aos selecionados uma jornada de desenvolvimento e conhecimento. Os profissionais puderam vivenciar na prática o contato com diversas linguagens e ao final de todo o programa se formaram em BI e Analytics. 

Tivemos mais de 500 inscrições em tempo recorde. Os 15 melhores candidatos se tornaram os novos Trainees iBlue. Ao longo do Programa dentro desta pioneira em analytics, acompanhamos de perto o desenvolvimento de cada um.  

Hoje, contamos com 40 profissionais alocados em diversas funções e áreas, tais como: CI, Fraude e Riscos.

Sobre a iBlue

Somos especialistas em aquisição de profissionais para alocação de alta performance. Realizamos a gestão dos times, com reuniões para atualizações constantes, entendendo suas demandas e desafios para que possam ser cada vez mais produtivos e capacitados. Sempre em busca da entrega com excelência.

Apostamos na definição clara dos objetivos de cada profissional para apoiar as ações de nossos clientes. Sempre prezando pela colaboração, para criar e implementar soluções de alto valor para o seu negócio.

Entenda como a iBlue pode contribuir para a sua empresa com profissionais especializados. Entre em contato!

Profissionais externos: Por que contratar empresas de outsourcing de T.I?

Uma pesquisa do Gartner indicou que os gastos mundiais com tecnologia da informação devem chegar a US$ 4,5 trilhões até o final de 2022. Esses investimentos mostram que muitas empresas já compreenderam que as diretrizes que conduziam o crescimento do negócio, antes da tecnologia, já não são mais as mesmas.

Uma outra pesquisa desenvolvida pela consultoria McKinsey mostrou que 70% das empresas falham na jornada de transformação digital. Se compararmos esses resultados, podemos analisar que as empresas entendem a importância, mas não estão bem respaldadas em relação aos investimentos em T.I.

Processos engessados, equipes desmotivadas e demora para tomar decisões, são alguns dos fatores que atrapalham o progresso das empresas. Os gestores devem agir para garantir o máximo de eficiência operacional, e essa ação pode ser feita de forma assertiva, com o apoio de empresas de outsourcing de T.I. Veja no decorrer do texto as vantagens de contar com esse suporte.

Benefícios de contratar empresas de outsourcing

Outsourcing de T.I se traduz na experiência de externalizar atividades operacionais voltadas para a tecnologia, contratando terceiros para atividades determinadas. Apesar de parecer uma terceirização básica, o outsourcing de T.I, pode envolver muito mais do que técnica.

Aqui na iBlue, por exemplo, trabalhamos com profissionais especializados, direcionados para cada cliente e de acordo com a necessidade do negócio. Além de uma metodologia própria que consegue acompanhar de perto cada profissional de uma forma diferenciada, garantido sua performance, desenvolvimento técnico e resolução rápida de problemas.

Essa é apenas uma das vantagens de contar com parcerias especializadas. Veja outras:

Redução de custos

Um dos principais motivos para a contratação de parcerias externas, é a redução de custos. Mas não se trata apenas de despesas com folha de pagamento, encargos, etc. Há também a diminuição de despesas com equipamentos, infraestrutura e desenvolvimento da carreira do profissional.

A contratação de profissionais inadequados para as atividades desejadas também é um erro comum na área de T.I, que, além de contribuir para a taxa de turnover, tem um custo alto para quem contrata. Empresas de outsourcing possuem a experiência necessária para selecionar quem melhor se enquadra nas necessidades do cliente, gerando economia.

Aquisição de especialistas

A demanda por profissionais de T.I está cada vez maior se comparada a oferta de profissionais no mercado. De acordo com o IBGE, o número total de vagas deve aumentar para 190 milhões até 2025. A pandemia acelerou esse crescimento, o que aumentou a busca em 170% desenvolvedores de software.

Além disso, um especialista enxerga oportunidades com mais facilidade por ter a visão direcionada. Afinal, um projeto pode iniciar de uma forma, com um objetivo determinado e, no meio do caminho, surgirem oportunidades de crescimento que ele será capaz de garantir a escalabilidade.

Sabemos do desafio de encontrar profissionais capacitados em tecnologia. Porém, possuímos este know-how para conectá-los ao negócio do cliente, garantindo eficiência e competitividade.

Nesse sentido, as empresas de outsourcing, principalmente as que aplicam metodologias ágeis e são aderentes a diversos frameworks de priorização de demandas, são a solução para que qualquer organização consiga ter melhores resultados.

Como escolher uma empresa de outsoucing

Percepções e auxílio externos podem solucionar problemas e impulsionar sua empresa. Mas é preciso investir em parcerias de ousourcing que olham para o negócio estrategicamente e estão sempre propondo novas soluções e oportunidades. Te convidamos a acessar o nosso blog e acompanhar nosso conteúdo.

Como a iBlue pode te ajudar a criar um produto de impacto

Estratégia – Experiência – Tecnologia

Esses são os três pilares, que permeiam a construção de soluções inovadoras para ajudar no desafio do seu negócio. São produtos desenvolvidos para gerar valor e tornar sua empresa mais competitiva.

Entenda como é feito o processo de desenvolvimento de um produto digital, do jeito da sua empresa e com a nossa expertise.

Descobrir

É o momento de entender seu core business, seu desafio de negócio e o objetivo do produto. Na descoberta definimos uma estratégia pensando desde o impacto ao usuário até os resultados esperados.

Após, é feito uma pesquisa para validar os objetivos a partir de dados. É hora de levantar números que possam identificar os problemas dos usuários, levando em conta também concorrentes e mercado.

Ações:

  • Imersões
  • Questionários
  • Entrevistas
  • Reuniões
  • Planejamento
  • Análise de dados
  • Estudos etnográficos

Definir

Na definição, realizamos a gestão do projeto organizando ideias e dados. As expectativas são alinhadas e os processos e prioridades são definidos. Define-se também o público-alvo, diferenciais e quais são as oportunidades vinculadas a eles, sempre focando na melhor jornada para o usuário e retorno para sua empresa.

Ações:

  • Insights
  • Percepção de oportunidades
  • Affinity Mapping
  • Personas
  • Arquétipos
  • Sintetização de descobertas

Desenvolver

Após estabelecer as tecnologias, plataformas e frameworks necessários à solução é realizada a prototipação do seu produto. Com ela, aplicamos as melhores práticas de validação para descobrir a percepção do usuário em relação ao que foi idealizado e priorizado.

É importante destacar que sempre revisitamos as priorizações para garantir que as opções estejam adequadas. Sustentamos um roadmap de produto atualizado sempre em constante colaboração entre cliente e os nossos desenvolvedores.

Ações:

  • Brainstorms
  • Esboços
  • Prototipação
  • Design Visual
  • Teste de usabilidade
  • Sitemap
  • Wireframe

Entregar

Com o feedback da etapa anterior é feita a ordem de refinamento onde acontecerá o processo de transição para o que será a entrega final do produto para lançamento. Porém, dentro do nosso portfólio, a entrega não para por aí. Após a aprovação é feita uma avaliação e uma documentação dos aprendizados de todo o processo para dar escalabilidade ao produto e checar novas oportunidades.

  • Feedback
  • Aprovação
  • Lançamento
  • Avaliação
  • Documentação

Vamos entender como a nossa metodologia pode te ajudar a lançar um produto de impacto?

Fale com nosso especialista!

Desenvolvimento de Produtos: Desafios para Product Manager

O desenvolvimento de produtos digitais não poderia ser mais promissor. Com o passar dos anos e em um cenário “pós-pandemia”, a maneira como os usuários consomem está cada dia mais atrelada a tecnologia.

Segundo pesquisa da Global Consumer Insights Survey, 59% dos consumidores estão usando cada vez mais produtos de vídeo chat após a pandemia. Além disso, 45% passaram a usar o celular como canal de compras. 

Apesar do perfil variado dos usuários, o que tem se tornado comum é a necessidade de praticidade, valor e acessibilidade. Sendo assim, antes de investir no mercado digital para ter retorno, é preciso se preparar. Afinal, gerir um projeto de software exige planejamento, estratégia e experiência: características essenciais para Product Managers.

O que faz um Product Manager?

O Product Manager é o profissional responsável por todos os aspectos do desenvolvimento de um produto digital. Ele ocupa uma posição de inteligência dentro do negócio. Na iBlue, por exemplo, esses profissionais atuam tendo como base os 3 pilares: estratégia, experiência e tecnologia, para implementar soluções customizadas para cada modelo de negócio.

Além disso, o PM faz a conexão entre as áreas responsáveis pelo desenvolvimento do produto, para manter alinhadas as orientações e expectativas. Para isso, é necessário que o profissional tenha perfil multidisciplinar e o apoio de uma equipe para potencializar o resultado.

Uma célebre referência da área foi Steve Jobs. Fundador da Apple e um visionário no que diz respeito a entrega de produtos focados nas necessidades e desejos do consumidor.

Passo a passo do desenvolvimento do produto

Quando a criação de um produto digital se torna o desejo de um gestor, o momento é de entender com segurança quais os próximos passos a serem tomados. O designer da empresa Meta (antiga Facebook), David Gillis listou o que ele considera os 6 princípios do processo de criação de um produto:

1 – Tenha a equipe certa — Multidisciplinar, concisa, experiente, com mentalidade de aprendizado mútuo e focada.

2 – Defina problemas reais para pessoas reais — Valide os problemas que estão sendo trabalhados versus problemas para personas imaginárias ou mercados hipotéticos.

3 – Resultados mensuráveis — Objetivos precisos e claros para ajudar a focar, tomar decisões e otimizar ao longo do tempo.

4 – Tome decisões através do uso — O uso é fundamental para ideias. Tire do papel e valide a direção do design fazendo algo utilizável; deixe o que você construiu, servir como um ponto de partida para ver aonde ir em seguida.

5 – Itere e remodele – Esqueça produtos sagrados ou ideias de estimação. Fazer algo novo não é um processo linear. Se algo não está funcionando, construa algo que funcione.

6 – UX perfeito — As melhores experiências promovem o fluxo entre sessões e dispositivos. Se estamos constantemente focando, também temos que construir momentos em que pausamos, reduzimos o zoom e reconciliamos tudo com uma visão macro do que estamos fazendo.

Desafios para product manager

O PM enquanto um dos responsáveis por garantir que essas etapas sejam executadas, acaba enfrentando alguns desafios durante a jornada.  Abaixo destacamos as complexidades durante o processo de desenvolvimento de um produto.

Equilibrar objetivos de curto e longo prazo

O Product Manager precisa saber alternar de forma inteligente entre objetivos de curto prazo, como a resolução de problemas emergenciais da base de usuários (bugs); e longo prazo, como soluções que ofereçam inovação e evidencie a empresa frente ao mercado.

É necessário que ambas as situações sejam tocadas em paralelo. Para isso, é importante ter uma visão ampla de negócio, flexibilizar tempo e atenção.

Construir uma visão de produto clara

Um bom produto vai ser capaz de ofertar o que o usuário precisa e deseja hoje, visando se adaptar ao que for necessário e desejado no futuro. Além disso, no início de cada projeto é normal se empolgar e um produto que tinha um objetivo determinado, começa a ter funcionalidades não planejadas. 

Para ajustar esses pontos, o Product Manager precisa viabilizar uma primeira versão, receber e analisar retornos constantes sobre ele e fazer alterações sempre que necessário. Dessa forma, é importante exercitar a comunicação constante com todos os envolvidos.

Administrar stakeholders

Lidar com pessoas é um desafio em qualquer área. Para o Product Manager, uma falha na comunicação pode findar um produto de sucesso. Para evitar que haja conflitos de interesse no meio do caminho, o profissional precisa ser claro e objetivo com todos os envolvidos, defender o foco na estratégia e ter uma equipe que funcione em sincronismo.

Na iBlue, por exemplo, alocamos profissionais em diversas empresas, com perfis de alta performance e que lidam bem em equipe com necessidade de mudança.

Sustentar o Discovery

O Discovery é uma etapa essencial no desenvolvimento do produto, aqui na iBlue, ele faz parte de um dos nossos pilares, o de estratégia. O Discovery é responsável por investigar o que e por que de um produto, com base nas necessidades dos usuários. Ele envolve as etapas de alinhamento, pesquisa, ideação, validação e refinamento.

Muitas empresas desmerecem essa etapa, julgando que já sabem o que querem fazer como solução digital e acabam lidando com produtos que o mercado não deseja. Na iBlue, por exemplo, realizamos um trabalho de Discovery que analisa as necessidades do usuário, somada ao objetivo de negócio do cliente para gerar experiências que impactam os negócios.

 O PM deve investir e participar da etapa de discovery e estimular a cultura na equipe. Se essa equipe for formada por profissionais que carregam essa proposta como princípio básico, fica ainda mais simples implementar.

Estabelecer métricas

Alguns resultados da implementação do produto podem não sair conforme o esperado. Porém, ao contrário do que se imagina, muitas vezes responsabilidade pode não ter relação com o desenvolvimento em si, mas sim com a falta de alinhamento sobre as expectativas sobre ele.

É necessário que métricas claras sejam definidas a partir do que se espera de um produto, de forma assertiva. O Product Manager deve saber quais objetivos querem alcançar e como isso deve ser mensurado.

Como profissionais externos podem ajudar

O fato é que com tantas responsabilidades, fica cada vez mais difícil encontrar no mercado, profissionais capacitados, que saibam superar cada um desses desafios. Somado a uma equipe com os mesmos valores, que trabalhe em sintonia e entendam o objetivo de negócio de cada empresa, torna-se ainda mais fácil.

Por essa razão, diversas organizações de diferentes segmentos, incluindo grandes nomes como o SAS Institute, pioneiras em suporte à gestão de negócios com softwares, optam por contratar profissionais externos. Acompanhe mais conteúdos em nosso blog.

4 dicas para otimizar o ROI com produtos digitais

Em um mundo cada vez mais exigente, é indispensável investir em inovação para se destacar frente a concorrência. O desenvolvimento de produtos digitais além de estar em voga no mercado, determina o quanto uma organização possui uma cultura, tanto orientada para a experiência do cliente, quanto para facilitar, solucionar e otimizar processos.

Algumas soluções em produtos digitais incluem:

  • Chatbots de atendimento;
  • Inteligência Artificial;
  • Tecnologia mobile;
  • Serviços de gestão à distância;
  • Sistemas de gestão de vendas.

É importante destacar o grande potencial deste tipo de produto em termos de retorno sobre o investimento. A competitividade permite ganhos comerciais elevados ao direcionar suas estratégias para este modelo de negócio.

A partir daí, com base no cálculo do ROI vai ser possível planejar metas baseadas em resultados tangíveis e entender se está valendo a pena ou não investir em determinados produtos.

O que é ROI?

Na realização de novos investimentos, o ROI permite que o profissional entenda quais são as opções com maior potencial de retorno financeiro. Além disso, torna-se mais fácil para a empresa identificar se os resultados esperados com uma aquisição foram atingidos e o que pode ser feito para otimizar os ganhos. O cálculo do ROI é feito da seguinte maneira: ROI = (valor arrecadado – investimento) / investimento.

Se uma empresa investe 30 mil em um produto digital e tem um retorno de 120 mil, o cálculo vai indicar que o retorno obtido foi de 3 vezes o valor aplicado. A empresa conseguiu então um retorno de 300% no valor investido na criação.

Quais estratégias podemos utilizar para otimizar o ROI a partir do investimento em produtos digitais?

Existe uma série de produtos, alinhados a estratégias para maximizar a receita da sua empresa, fidelizar com mais facilidade seus clientes e criar fluxos de receitas futuras.  

 Veja alguns exemplos de produtos digitais e como a maneira como ele é desenvolvido, ajuda a otimizar o ROI:

1 – Redução de despesas 

Produto – Para gestão de serviços, por exemplo, os produtos oferecem uma gama de benefícios que incluem o monitoramento de desempenho, previsão de demanda, transações comerciais digitalizadas entre outros. 

Desenvolvimento – Para que dê certo é necessário que a equipe responsável pela criação, seja capaz de identificar as necessidades e particularidades da sua empresa. Dessa forma, além dos rendimentos gerados pelo produto digital, a empresa pode economizar ao evitar que sejam direcionados investimentos em recursos pouco estratégicos, auxiliando na otimização do ROI.

2 – Expansão de pontos de atendimento

Produto – A interação com clientes é fator primordial para se obter retorno financeiro. Um chatbot ou uma plataforma de autoatendimento, por exemplo, podem atuar desde um suporte simples e resposta para dúvidas, quanto para a finalização de um pagamento de compras. 

De acordo com Gartner, a penetração de mercado de um chatbot tem eficiência para mais de 50% do público-alvo. Uma das razões para o impacto pode se dar, pelo que a consultoria chama de mudança de “o usuário aprende a interface” para “o chatbot aprende o que o usuário quer”. Aumentando a facilidade em oferecer mais e melhor para obter retorno sobre o investimento.

Desenvolvimento – O Gartner indica também que escalar e operacionalizar ainda é um desafio em alguns casos, devido à falta de equipes internas dedicadas para trabalhar em melhorias contínuas. O ideal é definir uma equipe com metodologias eficientes para que sejam capazes de aumentar o alcance de atendimento e as funções, sem que seja necessário o aumento do time inicial e demais custos operacionais. Muitas empresas recorrem ao outsourcing para otimizar este processo.

3 – Melhoria da experiência do cliente

Produto – Produtos voltados para a melhoria da experiência do cliente auxiliam na retenção e fidelização, agregando valor para sua empresa. Um estudo da Forrester Research, determinou que existe uma relação entre a qualidade da experiência do consumidor com o aumento do faturamento em 13 diferentes segmentos da indústria.

Desenvolvimento – O retorno sobre o investimento pode ser visualizado mesmo durante o desenvolvimento do produto. Por meio de pesquisas e testes realizados com o usuário, a equipe responsável poderá conhecer o que agrega valor ao produto, para que ele seja mais competitivo.

4 – Melhorar o engajamento dos colaboradores

Produto – Redes sociais internas auxiliam na melhoria da comunicação, que pode envolver apenas colaboradores ou se estender a todo o stakeholder, contribuindo para estreitar relacionamentos resultando em atividades mais efetivas e possibilidade de negociações mais simplificadas.

Desenvolvimento – Para viabilizar essas possiblidades e otimizar o ROI, a equipe responsável pela estruturação do produto digital, pode ter uma visão externa e imparcial, para que o produto seja inteligente e alinhado com os perfis de todo o stakeholder envolvido. 

Resultados

Como resultado do desenvolvimento de produtos digitais, a empresa vai se tornar mais competitiva, vai solucionar demandas comuns próprias e de mercado e se feito de forma correta, será um investimento mais assertivo, com economia na produção e retorno positivo.  Para saber mais sobre iBlue, convidamos você a acessar nosso blog e acompanhar nosso conteúdo.

Transformação Digital x Otimização Digital: Entenda as diferenças

O mundo inteiro vive uma realidade que está diretamente ligada ao avanço da tecnologia em todos os âmbitos. É por isso que a transformação digital, bem como a otimização digital, são temas amplamente discutidos na atualidade, visando uma melhoria na qualidade de vida e, também, no trabalho.

Além disso, nesse novo contexto, muitas coisas precisaram ser repensadas, principalmente no ambiente corporativo. Soluções inovadoras estão sendo utilizadas como principal meio de comunicação, bem como de trabalho, sendo capazes de agilizar tarefas.

É por isso que a otimização digital precisa ser repensada e aplicada de forma assertiva para garantir resultados. Por meio de um bom planejamento, as perdas e atrasos poderão ser facilmente evitados.

Quer saber como fazer isso e trazer bons resultados para a sua corporação?
Então acompanhe as dicas até o final!

O que é Transformação Digital?

A transformação digital nada mais é do que um conceito que está diretamente voltado para a inclusão de tecnologias digitais dentro de um determinado espaço. Atualmente, o termo está sendo aplicado dentro das empresas, visando trazer maior conforto aos trabalhadores, bem como resultados para todos.

No entanto, não é suficiente apenas transformar. A otimização digital também tem o seu papel na evolução do desempenho de uma corporação. Será preciso mudar os paradigmas e fazer com que todas as estruturas sejam modernizadas, bem como os pensamentos dos colaboradores para que toda a evolução da sociedade seja devidamente acompanhada.

Uma empresa que está ligada às novas tecnologias pode ser vista com bons olhos dentro do mercado competitivo, afinal, as chances de atender às necessidades do público de forma ágil e assertiva serão muito maiores. Além disso, também há a questão de que a corporação conseguirá se alinhar às novas tendências e, consequentemente, oferecer um bom produto ou serviço.

Sabemos que a adaptação não é o período mais fácil para as empresas, portanto é necessário que haja um cuidado nessa etapa. Tanto os colaboradores quanto os aparatos tecnológicos devem ser escolhidos da melhor forma possível, visando não apenas a quantidade, mas também a qualidade do produto.

Quais são os benefícios?

A transformação digital, juntamente com a otimização digital, oferece diversos benefícios para as empresas e, também, para quem consome os produtos dessas corporações. Dentre os principais, é possível mencionar:

  1. Melhoria dos processos organizacionais: graças à transformação digital, há a possibilidade de fazer com que as empresas consigam melhorar todos os processos voltados para a sua cadeia de valor. Isso significa que até mesmo o relacionamento com os clientes e fornecedores poderá ser fortalecido.
  2. Impulsionamento da digitalização: devido ao constante crescimento das tecnologias no mercado, as empresas não podem ficar para trás e devem, constantemente, se atualizar sobre o cenário. Da mesma maneira, os consumidores esperam que as suas experiências no meio digital sempre se mostrem agradáveis e ágeis, o que pode ser facilmente obtido com a otimização digital.
  3. Crescimento do desempenho econômico: o desempenho econômico da empresa é, sem dúvida alguma, um dos tópicos mais importantes para abordar. Todos os setores que conseguem se adaptar aos novos mercados acabam apresentando uma receita muito maior, bem como encontram fontes de lucro variadas.
  1. Amplo aprendizado: por fim, ainda há o amplo aprendizado como benefício. Mesmo que haja uma pressão constante para que mudanças sejam instauradas, é possível aprender cada vez mais nesse universo e, consequentemente, entender onde é o melhor local para investir.

Adapte-se ou talvez não sobreviva

Ainda que o título deste tópico soe como uma ameaça, ele acaba se tornando uma das maiores verdades diante dos desafios apresentados pelo mundo moderno. Aquelas empresas que não conseguem se adaptar acabam sendo ultrapassadas por seus concorrentes e, consequentemente, apresentando resultados menos expressivos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela SiriusDecisions, cerca de 67% da jornada do comprador na atualidade está voltada para o meio digital. Dessa maneira, é possível compreender que a otimização digital se faz extremamente necessária para garantir um maior conforto em todo esse processo de aquisição.

Para compreender um pouco mais sobre a mudança expressiva ocasionada pela transformação digital, é válido lembrar que, segundo uma pesquisa realizada no ano de 2017 pela IDC, cerca de 70% das empresas que foram listadas na Fortune 500 acabaram montando equipes exclusivamente voltadas para essa transformação.

Qual a diferença entre Transformação Digital e Otimização Digital?

Ainda há muita confusão no que se refere à diferença entre transformação digital e otimização digital. No entanto, um termo complementa o outro, pois as empresas podem implementar a transformação e, pouco a pouco, começar a otimizá-la de maneira assertiva e confortável para o público-alvo da ação.

Para que algo seja considerado como transformação digital, será preciso mudar todo o processo, de uma maneira que tudo se torne intuitivo, rápido e simples. Não basta apenas digitalizar os processos.

O ato de se transformar está diretamente ligado com o processo de colocar algo novo no mundo, de criar uma coisa inédita. Dessa maneira, a partir de uma nova implementação, a otimização digital pode surgir de acordo com as tendências do mercado e adaptações serão realizadas para atender às necessidades que aparecerão.

Comece agora a transformação digital da sua empresa

Precisa de um serviço completo de transformação digital? A iBlue é sua a opção perfeita. Graças aos serviços de consultoria oferecidos pela empresa, será possível acompanhar todo o processo de mudança do cenário do mercado competitivo, adaptando ao seu modelo de negócio de acordo com as tendências.

Com a iBlue, a sua empresa irá usufruir de estratégias completas para se adaptar aos novos cenários, além de receber um apoio voltado para o modelo específico do seu negócio. As mudanças necessárias para o sucesso serão colocadas em prática! Ainda tem dúvidas sobre otimização digital? Entre em contato!

Consultoria Analytics: Como um parceiro pode ajudá-lo a tomar melhores decisões em seu negócio?

Você sabe o que é a Consultoria Analytics e como essa prática pode ajudar a sua empresa desenvolver uma cultura baseada em dados? Por meio dessa prática, a sua organização será capaz de desenvolver ações baseadas em dados.

Em um cotidiano na qual as companhias lidam com um volume cada vez maior de informações, a consultoria e o data-driven são fundamentais para assegurar o crescimento das organizações, pois ambas as práticas ajudam os gestores a tomarem decisões assertivas.

Imagino que você esteja interessado em saber mais sobre o tema. Pensando nisso, neste conteúdo explicaremos o que é a Consultoria Analytics, abordaremos sobre o data-driven e abordaremos sobre a importância de contar com empresas especializadas para ajudar na implementação do data-driven. Boa leitura.

O que é a Consultoria Analytics?

A Consultoria Analytics faz referência a um serviço que se especializa em fazer análises de dados. Desse modo, ao analisar um grande volume de informações torna-se possível ajudar as empresas a tomarem decisões seguras e assertivas, o que contribui para garantir o crescimento das organizações no mercado.

. Veja também: 4 Principais desafios do Big Data que sua empresa precisa superar para se
transformar digitalmente.

O que é Data-Driven?

O Data-Driven faz referência aos procedimentos organizacionais que são orientados em dados. Nesse momento, as organizações se baseiam na coleta e análise de informações para definir o planejamento estratégico e posterior a tomada de decisões.

Trata-se, portanto, de uma metodologia que possibilita às empresas um entendimento mais profundo sobre o negócio. Além disso, as organizações vão ter mais capacidade para aproveitar as oportunidades no mercado e serão capazes de antecipar tendências.

Sobre esse tema é importante destacar que o data-driven deve se adaptar à cultura da empresa. Quando isso acontece, torna-se possível desenvolver um ambiente favorável para tomada de decisões assertivas nas organizações.

Quais são os pilares da cultura data-driven?

A cultura data-driven é baseada em três pilares e todos eles devem ser levados em consideração para que seja possível implementar essa prática da melhor forma possível na sua empresa. Por esse motivo, destacamos abaixo sobre os pilares desse conceito:

Pessoas

Primeiramente, é muito importante que existam pessoas na empresa que entendam e sejam especializadas no assunto. Isso porque, os funcionários são o principal ativo do seu negócio e eles serão capazes de utilizar os dados em prol do crescimento do negócio. Cientistas de dados e o CDO (Chief Data Officer) são profissionais fundamentais para implementar as ações necessárias.

Dados

Eles são fundamentais para a metodologia data-driven funcionar. Por isso, as informações devem estar organizadas e acessíveis para todas as pessoas da equipe.

Quando essa questão acontece, os profissionais encarregados de lidar com os dados serão capazes de extrair o máximo de cada informação coletada e tomar as decisões necessárias.

Tecnologia

As ferramentas tecnológicas. Conforme a empresa cresce no mercado, as tecnologias são ainda mais importantes para sustentar a implementação do data-driven. Ao contar com ferramentas eficazes torna-se possível obter resultados positivos na organização.

Processos

Os processos internos se transformam, ganhando mais agilidade e objetividade. Uma cultura desse tipo se foca em resultados e passa a integrar dados virtualizados e com informações acessíveis a colaboradores de diversos setores, assim todos trabalham juntos, partindo das mesmas bases e em direção aos mesmos objetivos.

Gestão de Ativos Digitais – Assets

As propriedades digitais são fundamentais para esse novo momento do mercado, permitem reduzir erros e tempo de execução. Uma possibilidade são os dispositivos novos, uma nova experiência e ótimo desempenho, gerando uma facilidade de interação com foco no usuário. A partir disso, é possível garantir mais satisfação e informações para análise.

Por que investir em data-driven?

Investir em data-driven é fundamental para as empresas. O primeiro motivo é que o seu negócio será capaz de tomar melhores decisões e elas tendem a ser assertivas, pois serão baseadas na coleta de um amplo volume de informações.

Além disso, por meio da implementação da cultura data-driven, sua empresa será mais eficiente e a otimizar a produtividade. Com isso, torna-se possível desenvolver um volume maior de tarefas e em menos tempo.

Por fim, mas não menos importante, o data-driven vai ajudar a sua empresa a captar informações valiosas que podem ser utilizadas para desenvolver novos produtos. Dessa maneira, fica mais fácil atender às demandas dos clientes, o que contribui para aumentar as vendas.

. Veja também: 6 Principais tendências em Data Analytics que os gestores devem estar atentos.

Por que contar com um parceiro na implementação do data-driven?

Contar com um parceiro na implementação do data-driven é fundamental para sua empresa obter sucesso na análise de dados e na tomada de decisões. Nesse contexto, a consultoria do iBlue é fundamental.

Encarregamos em fazer a coleta e análise de dados. Ao obter informações, torna-se possível obter insights valiosos que poderão ajudar no crescimento do seu negócio. Nós criamos a estratégia e fazemos a gestão do produto, além disso, desenvolvemos soluções de Machine Learning digital para ajudar a sua empresa a automatizar diversas tarefas, ser mais eficiente e otimizar a produtividade.

Todas essas questões são fundamentais. Isso porque, caso o data-driven seja implementado de forma errada, as empresas deixam de ter insights valiosos, poderão perder eficiência nos processos organizacionais e também podem tomar decisões inadequadas para diversas situações.

Como é possível perceber, a Consultoria Analytics e a implementação da cultura data-driven são fundamentais para o crescimento das organizações, pois elas serão capazes de tomar decisões assertivas. Desse modo, vale muito a pena conhecer ambos os conceitos e implementá-los da melhor forma possível no seu negócio. Com isso, a sua empresa poderá se beneficiar ao máximo da consultoria e do data-driven.

Este conteúdo no qual abordamos o que é a Consultoria Analytics e como um parceiro poderá ajudar a tomar as melhores decisões, foi útil para você?

Entre já em contato com a gente! Veja como podemos ajudar a sua empresa a tomar melhores decisões em prol do crescimento do negócio.

4 Principais desafios do Big Data que sua empresa precisa superar para se transformar digitalmente

Cada vez mais as corporações necessitam de informação para atuar em seus mercados, o que traz consigo alguns dos desafios do Big Data. Essa imensa quantidade de dados, afinal, apresenta tanto vantagens quanto desvantagens, dependendo de sua capacidade analítica. Dessa forma, se faz preciso compreender tais empecilhos antes de investir na ferramenta.

O próprio armazenamento desse material se apresenta como um grande diferencial, porém também um obstáculo ainda maior. De acordo com o Social Good Brasil, somente em 2021 foram gerados mais de 35 trilhões de gigabytes em arquivos. Na prática, então, as empresas já entenderam a necessidade de investir na estratégia, mas ainda sofrem para tirá-la do papel

Sabendo disso, nos parágrafos a seguir você poderá conhecer 4 dos principais desafios do Big Data. Mais do que isso, compreenderá como a técnica funciona e quais são as oportunidades que sua empresa está perdendo ao não a utilizar ainda!

O que é Big Data

Antes de mencionar os desafios desse investimento, é necessário se focar no funcionamento do Big Data. Para isso, é preciso entender que este é um conceito referente a um grande conjunto de informações. Em geral, esse material está armazenado nos servidores e bancos de dados das corporações. Com base nele, então, é que são tomadas as decisões estratégicas de qualquer negócio.

Sua importância foi crescendo com o passar do tempo, e hoje já ganha destaque entre as tendências para o futuro. A ideia da estratégia, afinal, é a transformação dos dados brutos em informação valiosa por meio de processos analíticos. Não à toa, cresce constantemente a busca por profissionais com a habilidade de visualizar dados, compreendê-los e criar insights baseados em suas conclusões.

Na prática, a utilização do Big Data é feita por empresas que já perceberam a situação do mercado atual. Essas companhias, portanto, se colocam um passo a frente das demais por investir em conteúdo e conhecimento. Sem dúvida alguma, se informação é o grande tesouro do século 21, sua correta verificação representa o mapa que o levará a ele.

. Veja também: Qual a importância do Big Data diante do alto volume de dados da era digital?

Os desafios do Big Data

Mesmo com tantos benefícios, nem tudo é perfeito quando o assunto é Big Data. Existem alguns desafios para implementar o conceito em uma empresa, os quais podem afetar os mais diversos departamentos. Se feito de maneira equivocada, afinal, as conclusões retiradas da análise podem te levar a um caminho errado e, assim, comprometer seriamente sua estratégia empresarial.

Com isso em mente, se faz preciso dar um passo para trás e se organizar melhor para investir na técnica. Nada melhor para isso, então, do que compreender quais são os principais desafios que o Big Data apresenta e se preparar para eles. Mais importante que isso é contar com suporte externo para lidar com cada uma das situações que verá a seguir.

1.     Big Data exige processos estruturados

Um dos mais recorrentes desafios do Big Data foi citado ainda na introdução deste texto: o armazenamento dos dados. Aqui, entretanto, o obstáculo não está em como guardar os dados, mas sim na estrutura necessária para isso. Em específico, é função do departamento de TI garantir que haja uma organização que possibilite a utilização da estratégia em uma empresa.

Um dos pontos chave dessa discussão é justamente a quantidade exagerada de dados que uma corporação pode ter à sua disposição. Ainda que seja um fator positivo, se faz necessário criar um ambiente virtual em que seja possível o armazenamento, a análise e o acesso ao material. Sem isso, tudo que se tem são arquivos guardados com nenhuma finalidade específica.

Sabendo disso, uma maneira interessante de se preparar para esse processo é investir em infraestrutura antes mesmo do início do projeto. Com isso, garante-se que haverá espaço para arquivar as informações, bem como capacidade analítica de software e sistemas que possam garantir a segurança de todo esse material rico.

2.     Uma cultura diária de análise de dados é um desafio do Big Data

Uma situação bastante comum no mercado corporativo é verificar uma organização que investe pesado em tecnologia e estrutura. Para sua surpresa, porém, os tão esperados resultados não vem, deixando confusos os líderes da empresa. O segredo é que, infelizmente, muitos desses gestores se esquecem de um fator primordial para o sucesso desse processo: os colaboradores.

Em resumo, pode-se dizer, então, que essas companhias não se preocuparam em mudar sua cultura para essa nova era. No dia a dia, essa alteração representa toda uma atuação pautada na colheita, no armazenamento e na análise de dados. Sem isso, não há projeto que funcione, independentemente do investimento realizado. E esse é um dos grandes desafios do Big Data.

Baseando-se nessa pequena história, fica simples entender a importância de tornar essa uma companhia Data Driven. Isto é, uma empresa com pensamentos, estratégias e processos orientados em dados. Mais especificamente, o foco aqui está na informação retirada desse material e seus insights.

3.     Big Data requer movimentos rápidos

Para tornar todo esse investimento justificável, se faz necessário apresentar resultados concretos e ideias que realmente funcionaram. E, com esta finalidade, é imprescindível que haja rapidez nas respostas e movimentações no mercado. Existem, entretanto, dois desafios para isso, que acabam por complicar a implementação do Big Data. O primeiro diz respeito às habilidades da equipe, enquanto o segundo se refere à sua autonomia.

Quando se foca no primeiro ponto, é preciso destacar que todo o seu time deve estar preparado para essa tecnologia. Mais do que serem capacitados na ferramenta, devem também contar com habilidades específicas para sua empresa. Aqui, alguns aspectos essenciais são trabalhar bem sob pressão, se comunicar com seus pares e agir sábia e rapidamente.

De nada adiantará ter profissionais com todas essas características se a própria organização os impede de agir. Dessa forma, é vital para o sucesso desse projeto que haja liberdade e autonomia para os colaboradores trabalharem. Ao se unir os dois pontos, você terá uma equipe capacitada e confiante, a qual tomará decisões mais rápidas e assertivas.

4.     Big Data integrado a outras ferramentas de avaliação de dados

Quando se considera os dados brutos envolvidos com o Big Data, um dos desafios é integrar todas as fontes dos quais eles surgem. Aqui, o grande obstáculo está em, justamente, padronizar esse material, facilitando assim sua análise e tornando possível a criação de insights. Perceba, porém, que o foco aqui não está somente no onde, mas também no como esses dados são capturados.

Imagens, gráficos, planilhas, textos, GIFs, vídeos, conversas, formulários, redes sociais, site, e-mail marketing. Essas são apenas algumas das fontes que podem trazer informação valiosa para sua empresa. Imagine, porém, como analisar todos esses arquivos diversificados de maneira rápida e eficiente. De fato, é um desafio e tanto.

Para isso, o ideal é investir em soluções que apresentem dashboards integrados que facilitem a leitura dos dados. Mais do que isso, é preciso estruturar um local próprio para essa análise. Assim, torna-se mais viável verificar de maneira eficaz essa informação e, com isso, criar novas táticas de atuação. E são essas, portanto, que o trarão um trunfo importante e o diferenciarão no mercado.

. Veja também: Entrega contínua: Quais os benefícios de adotar essa estratégia em sua empresa?

As principais oportunidades do Big Data para o seu negócio

Ainda que haja muitos desafios na implementação do Big Data, não há dúvidas de que investir na estratégia é primordial. Superados esses contratempos, há uma infinidade de oportunidades das quais sua empresa pode se aproveitar para crescer e ganhar mercado. Assim, algumas dessas incríveis chances são:

  • Insights: A criação de insights e ideias cresce conforme mais dados são analisados e transformados em informação;
  • Análise: Com base nessas informações, ferramentas de Businness Intelligence e CRM podem te auxiliar a manipular e extrair conclusões;
  • Riscos: Quanto mais pautadas as ações, menos riscos elas trazem consigo. Sabendo disso, é simples entender que o Big Data te ajuda a mitigar tais ameaças;
  • Padrões: Após um período de análise, é possível iniciar a criação de padrões de consumo, atuação e resposta. E, baseado nestes, novas estratégias podem surgir;
  • Retenção: Um dos objetivos de tudo isso é não somente aumentar as vendas, mas reter seus clientes. Para isso, nada melhor do que saber quais suas dores, demandas, e como auxiliá-lo;
  • Segurança: Por fim, há um fator de proteção ligado ao investimento em soluções específicas de Big Data. Saem as planilhas e gráficos e surgem interfaces e dashboards seguros.

Como a iBLUE pode te ajudar com os desafios do Big Data?

Infelizmente, investir em novas tecnologias é sempre algo complicado, como pode-se ver pelos desafios do Big Data. Tais obstáculos, porém, não representam risco, desde que o processo seja feito junto a especialistas. Sabendo disso, o mais indicado é contar com quem agregue conhecimento e experiência ao projeto.

Assim, a iBlue surge como o parceiro ideal para sua empresa. Com mais de 100 colaboradores, possui uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. A companhia atua como uma consultoria pautada em Estratégia Digital, Experiência e Tecnologia. Na prática, então trabalha para entender, criar e implementar ideias que possam gerar valor para sua empresa.

Precisando de ajuda com esse tema? Entre em contato conosco e vamos conversar para saber como podemos te ajudar!

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