Roberto Prudente

Roberto Prudente

Roberto é nosso Diretor de Negócios, iniciou sua carreira a mais de 20 anos no mercado de TI. Desenvolveu e consolidou sua carreira de TI atuando como head de grandes contas, sendo o responsável pelo relacionamento junto a empresas líderes dos setores de Seguros, Varejo, Óleo e Gás e Governo.

Possui uma grande experiência nas áreas comerciais e de tecnologia, sendo o principal elo entre a iBlue e seus clientes. Tem como missão buscar o desenvolvimento de parcerias estratégicas e de ofertar as melhores soluções para os parceiros da iBlue.

Rita Cavalcante

Rita Cavalcante

Rita é nossa Diretora de Operações, iniciou sua carreira como desenvolvedora até que encontrou sua grande paixão e aptidão na gestão de pessoas e projetos.

Tem mais de 20 anos de experiência no mercado de TI, desenvolvendo projetos para empresas líderes nos setores de Telecom, Seguros e Bancos. Entusiasta e praticante da metodologia ágil, ela é responsável por disseminar a cultura e as práticas ágeis dentro da iBlue e de nossos clientes.

Angelo Rafael D’Alessandro

Angelo Rafael D’Alessandro

Rafael é o CEO e fundador da IBlue, com mais de 20 anos de experiência no mercado de TI. Ocupou posições de liderança em grandes empresas como a British American Tobacco e consultorias globais como IBM, CI&T e Huge.

Em 2016 resolveu mudar o rumo de sua carreira executiva para fundar sua empresa, que nasce da sua crença pessoal na cultura ágil e no poder da transformação digital como catalisadores de sucesso no complexo cenário atual.

MVP: O papel do Mínimo Produto Viável na validação de produtos digitais

O MVP é um termo que vem ganhando importância ultimamente. A sigla, que se refere ao Mínimo Produto Viável, está se tornando cada vez mais presente nas empresas, especialmente em startups. Essa, afinal, é uma boa maneira de testar a aceitabilidade de um projeto junto ao seu público.

Para entender melhor esse conceito, porém, se faz necessário entender o que significa de fato o conceito. Com este fim, o mais prático é realizar pesquisas na internet e buscar por exemplos reais do mercado. Grandes empresas, aliás, já realizaram processos com essa estratégia, como é o caso de Uber, Google e Microsoft.

Assim, o significado do termo aparecerá de maneira mais simples de compreender, principalmente para quem nunca o ouviu antes. Entretanto, é possível também buscar por informações no Sebrae ou até em vídeos em plataformas como o Youtube.

Ficou interessado no MVP e quer saber como aplicá-lo em sua empresa? Confira abaixo um resumo sobre o assunto e tenha tudo o que precisa para colocar mais essa estratégia em prática.

O que é MVP?

Como já dito anteriormente, a sigla MVP é o acrônimo de Mínimo Produto Viável, o que já indica em partes seu real significado. Esta é, na realidade, nada mais do que uma versão mais simples e crua de um produto prestes a ser lançado. Seu objetivo, portanto, é realizar testes junto ao público-final e analisar a aceitação deste.

A estratégia aqui é simples: investir o mínimo possível para estudar os pontos fortes e fracos do produto. E a melhor parte disso é que, ao invés de especialistas, quem te trará essas informações serão as pessoas que o consumirão. Sendo assim, é uma forma de evitar um lançamento frustrado e cheio de reclamações.

Para isso, porém, o item já deve apresentar algumas características do projeto final aos possíveis compradores. Em geral, sugere-se incluir na solução as funcionalidades principais do produto, ou seja, aquelas que serão seus diferenciais. Em resumo, seria a real proposta de valor dessa criação.

Qual a importância do MVP no desenvolvimento de softwares?

Saindo um pouco do mercado de produtos e entrando no desenvolvimento de softwares, o MVP novamente apresenta seu valor. Isso se dá, principalmente, porque é uma ferramenta bastante utilizada para testar novos programas ou atualizações de versões antigas.

Assim, é uma maneira simples de realizar um teste controlado. Mais do que isso, porém, é uma forma de entender as falhas na construção desse sistema. Bugs, erros e qualquer outro problema deverão ser encontrados nessa fase do desenvolvimento. Assim, evita-se que o projeto seja lançado ao público-final imperfeito.

Entre seus benefícios, portanto, é possível destacar diversos pontos de bastante importância para qualquer empresa, como:

  • Economia de recursos financeiros
  • Coleta de informações junto ao consumidor
  • Rápida adequação de projeto
  • Teste de funcionalidades do sistema
  • Aferição do valor do produto
  • Análise de aceitação pelo público

Como criar um MVP – Mínimo Produto Viável?

Agora que já entendeu o que é e quais as vantagens de investir no MVP, está na hora de entender seu funcionamento. Para isso, é importante seguir os 4 passos descritos abaixo. Além de te auxiliar e colocar uma lógica nesse processo, eles te proporcionarão uma correta aferição dos resultados e uma resposta conclusiva ao final.

Criar uma solução com proposta de valor

O primeiro passo para realizar um bom mínimo produto viável é encontrar o produto ideal. Para isso, sugere-se unir seu time e entender quais são as dores de seu consumidor. Esse será uma informação importante a seguir.

Depois disso, é preciso pensar em um novo software que resolva os problemas do mercado e traga lucros à empresa. A partir desse esboço, desenvolve-se o sistema em si com as principais características da ideia.

Na prática, ele deve conter os diferenciais do projeto frente aos demais, aqueles que resolvem as dores do consumidor mencionadas acima. Com isso, você terá seu MVP e poderá passar para a próxima etapa.

Desenvolver um script de avaliação

A segunda parte desse processo é uma que comumente é esquecida, inclusive por grandes companhias. Aqui, o foco está em desenhar um script com tudo aquilo que se deseja saber sobre a solução.

Nele, devem conter, primeiramente, as expectativas da equipe quanto ao projeto e o que se espera da opinião pública. Essas serão suas hipóteses, ou seja, o que o time entende que obterá como resultado.

Em seguida, aqui também deverão estar os objetivos deste teste. Exemplos de objetivo podem ser analisar a aceitação do sistema, entender o mercado potencial, procurar por falhas e até verificar a viabilidade do lançamento.

Realizar o teste junto ao mercado

Com tudo pronto, está na hora de realizar a etapa mais importante de todo esse processo: o teste. Aqui, é preciso disponibilizar o MVP ao público, mas há diferentes maneiras de se realizar a análise.

No desenvolvimento de softwares, a forma mais comum é o teste alpha, em que se libera o sistema para um grupo limitado de usuários. No teste beta, entretanto, o projeto é liberado para o público geral.

Em ambos os casos, porém, é preciso que se verifique maneiras de controlar os resultados do mercado. Para isso, algumas ferramentas devem ser utilizadas a fim de medir os índices definidos na etapa anterior.

Analisar o feedback do mercado

Para muitas pessoas, a estratégia do MVP se encerra no passo acima. A realidade, porém, é que ainda há trabalho a ser feito. De fato, agora que se trabalha mais, visto que é preciso analisar os resultados do teste.

Em geral, as equipes se reúnem para discutir sobre tudo o que foi descoberto durante a fase anterior. Em alguns casos, os pontos levantados pelo mercado podem ser descartados, e em outros eles podem ser extremamente ricos.

Assim, essa filtragem é o que definirá o sucesso dessa empreitada, bem como a correta análise dos resultados. De acordo com o que for concluído, é possível seguir com o projeto, cancelá-lo ou realizar algumas adaptações em seu escopo.

Desenvolva seu produto digital com a iBlue

Com certeza você percebeu nos parágrafos acima que o MVP é uma etapa extremamente importante no lançamento de um produto, ainda mais um digital. Sendo assim, é preciso muito conhecimento para realizar o processo de maneira correta. Conhecimento esse que pode ser ainda maior com o auxílio de um especialista no assunto.

Assim, a iBlue surge como o parceiro ideal para sua empresa. Com mais de 100 colaboradores, possuímos uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. Atuamos com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado do desenho à implementação e a gestão de serviço das melhores soluções digitais, web ou mobile.

Precisando de ajuda com esse tema? Entre em contato conosco e vamos conversar para saber como podemos te ajudar!

Cocriação: Por que ela é a ideal para a inovação dentro das empresas?

Muito provavelmente você já viu alguma ação de cocriação entre empresas, especialmente nos últimos anos. Talvez, não tenha nem percebido, mas há muita estratégia e inovação dentro desse processo. Parece simples, mas não é.

Até certo tempo atrás, era quase impossível imaginar duas companhias diferentes se unirem. Compartilhar ideias, equipes e táticas de negócio não era bem-visto dentro desse ecossistema. Agora, entretanto, é uma necessidade, já que se percebeu que ninguém consegue crescer sozinho, e unir forças é a melhor opção.

Para isso, grandes organizações optaram por essa tática, a fim de encontrar soluções diruptivas para o mercado atual. Exemplos são inúmeros, incluindo empresas gigantes, como Visa, Fiat, Nestlé, Google, Facebook e Microsoft.

Pode ser, entretanto, que você ainda não tenha compreendido o que isso tem a ver com o desenvolvimento de softwares. Nesse caso, confira no texto abaixo como a cocriação entre empresas pode te ajudar nesse tema e as opções para adaptá-la à sua necessidade.

O que é cocriação?

Para entender melhor todo esse conceito e suas aplicações no mercado de softwares, se faz necessário compreender o que é a cocriação. Assim, é possível definir o termo como a união de companhias em prol de um objetivo em comum. Não ficou claro? Que tal aprender por meio de exemplos?

A montadora italiana Fiat percebeu, nos últimos anos, que a forma de pagamento de seus produtos estava defasada. Em geral, seus clientes entendiam que o processo era burocrático, demorado e com etapas demais. E isso, obviamente, acabava por influenciar em seus resultados de faturamento.

Ao invés de guardar o problema para si e tratá-lo internamente, a empresa optou por se aliar a um especialista no assunto. Para isso, recorreu a um especialista em serviços financeiros. Aliás, recorreu à uma das maiores do setor, a americana Visa. Assim, as duas companhias se uniram para chegar a um projeto que resolvesse a situação.

Os benefícios se dão para ambas as organizações que, juntas, podem oferecer um novo serviço aos clientes. Ao mesmo tempo, se destacam dentro do mercado como disruptivas e inovadoras. Há ganhos para todos os lados, sendo que o investimento é dividido entre as duas empresas.

A importância da cocriação na implantação de uma cultura de inovação

Como demonstrado acima, a técnica de cocriação apresenta muito mais benefícios do que a descoberta de uma solução. Para entender isso, porém, se faz necessário compreender a concorrência presente no mercado atual e a constante necessidade de inovação.

Com isso em mente, é possível perceber que a busca por novas soluções está em um ritmo muito mais acelerado que nas últimas décadas. Na prática, isso significa que as empresas precisam se desdobrar para apresentar novos conceitos todos os anos. Essa, entretanto, não é uma tarefa simples.

Ainda que haja um avanço tecnológico expressivo, apresentar novas ideias não é um processo fácil. Além do investimento em time, equipamento e horas de trabalho, não há garantia de sucesso. Assim, nada melhor do que se aproximar a quem realmente entende do assunto.

Mais do que nunca, unir forças se apresenta como a melhor maneira de se destacar e encantar clientes. Como diria o premiado publicitário Washington Olivetto, “é bem melhor ser coautor de coisas brilhantes do que autor solitário de coisas medíocres”.

Como funciona a cocriação?

Com o conhecimento sobre o que é a técnica da cocriação, o ideal é entender agora como ela funciona. Para isso, se faz interessante saber que existem algumas maneiras de realizá-la. Em geral, elas se distinguem pelo parceiro escolhido nessa jornada, que podem ser os clientes, os próprios colaboradores ou até outras companhias.

Cocriação com clientes

A primeira e mais óbvia forma de utilizar a cocriação é consultar sua base de clientes para lançar novos itens. Como é de praxe desde o início dos tempos, ninguém melhor do que quem consome seus produtos ou serviços para te dizer como melhorá-los.

Essa técnica pode ser utilizada por meio de pesquisas, ligações ou até contato físico com seus consumidores. Geralmente, tem como objetivo o lançamento de novos itens ou ainda a melhoria dos processos da empresa.

Além de trazer benefícios quanto às mudanças, também é uma maneira de trazê-los ao seu lado. Somente de ter sua opinião considerada, as pessoas tendem a ter maior carinho pela marca e se sentirem mais valorizadas.

Cocriação interna

Outra opção para investir na cocriação é fazê-la em um processo interno, junto à sua própria equipe. Aqui, o foco está no trabalho em conjunto, principalmente, de diversos departamentos dentro da mesma companhia.

É comum, afinal, ver novos produtos ou serviços serem lançados sem a consulta de setores primordiais para esse processo. A fim de evitar tal falha, companhias investem agora em grandes reuniões multidisciplinares.

Normalmente, representantes dos mais diversos departamentos se unem para discutir a evolução da organização. Nesse momento, podem surgir novos produtos, serviços, processos ou até estratégias. Entre os benefícios, se encontra novamente o sentimento de valorização da equipe e o surgimento de novas perspectivas.

Cocriação com empresas

Chega-se agora ao ponto principal deste texto, a cocriação com outras marcas e empresas. O processo, como já dito, tem crescido e apresentado excelentes resultados para os que investem nele.

O principal motivo para isso é que cada um oferece para a parceria o que tem de melhor. Dessa forma, o projeto tende a ser melhor e mais equilibrado, apresentando menos erros e maior eficácia.

Além disso, essa é uma ótima maneira de criar novos parceiros e ter outras perspectivas. Afinal, ao discutir sobre assuntos com quem entende, você também aprende e agrega mais valor aos seus serviços. Basicamente, se apresente como a melhor alternativa para passar por momentos difíceis como o que o mundo passa agora.

Os benefícios da cocriação com outras empresas

No ramo de desenvolvimento de softwares, a cocriação é um processo comum e que traz grandes resultados. O motivo para isso é simples, já que contar com a expertise de outras companhias pode te auxiliar a melhorar seus números de engajamento e faturamento.

Além disso, o processo se torna menos custoso a você, visto que deixa de gastar com uma equipe exclusiva para isso. Ao invés disso, terá uma companhia com todo o conhecimento necessário para desenvolver os melhores programas para você e seus consumidores.

Por fim, é preciso destacar que o processo de cocriação tem como base o compartilhamento de ideias e conhecimento. Com isso em mente, é fácil perceber que você terá, ao fim do projeto, muito mais do que um novo sistema. Terá também mais informações sobre o mercado e uma nova visão sobre a necessidade de seus clientes.

Como adotar a cocriação em sua empresa?

Os benefícios de adotar a cocriação em sua organização já estão bem claros após este texto. Ainda assim, se faz preciso destacar que há muito mais vantagens que você pode encontrar ao investir nessa técnica. Ainda assim, é necessário lembrar que, para alcançar bons resultados, você precisa dos melhores parceiros.

Assim, a iBlue surge como o parceiro ideal para sua empresa. Com mais de 100 colaboradores, possuímos uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. Atuamos com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado do desenho à implementação e a gestão de serviço das melhores soluções digitais, web ou mobile.

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Entrega contínua: Quais os benefícios de adotar essa estratégia em sua empresa?

A entrega contínua já é bastante conhecida por desenvolvedores de software, já que está diretamente ligada às metodologias ágeis e por ser uma maneira de garantir resultados mais previsíveis e automatizados.

Ainda assim, há muita confusão a respeito de sua utilização e relação com outros termos do mercado. Algo que causa bastante estranheza, por exemplo, é a ligação dele com a integração contínua. Mas, para compreender melhor toda essa situação, é preciso entender o conceito a fundo.

Abaixo você entenderá o que é entrega contínua, quais suas vantagens e desvantagens. Além disso, fique ligado para descobrir como a iBlue pode ajudar a superar todos os desafios de implantação dessa nova cultura.

O que é Entrega Contínua?

Podemos definir entrega contínua como uma abordagem dentro de uma grande estratégia de desenvolvimento, cujo objetivo é fazer com que as equipes envolvidas mantenham o lançamento de produtos de forma frequente.

Sua lógica foge dos métodos tradicionais que visam uma única grande entrega. Nela, o processo é dividido em pequenas entregas constantes. Isso significa maior controle quanto aos erros e, consequentemente, maior qualidade.

Qual a diferença entre entrega contínua e integração contínua?

Mesmo entre profissionais de tecnologia, há ainda muita confusão entre os conceitos de entrega, integração e implementação contínua. Então, para entender melhor, confira um breve resumo e os diferenciais de cada um deles.

Integração Contínua (Continuous Integration)

Modelo que sugere a entrega frequente de partes de um projeto. Assim, visa tornar a integração do código mais eficiente, facilitando a sua testagem.

Entrega Contínua (Continuous Delivery)

Representando uma evolução do item acima, a entrega contínua segue os mesmos parâmetros. Em adição, porém, há a garantia de que o código esteja pronto para entrar em produção. Nela são feitos testes que averiguem a qualidade do projeto.

Implementação Contínua (Continuous Deployment)

Com uma lógica parecida dos demais, aqui os testes e validações são automáticos. Assim, os desenvolvedores podem disponibilizar seus códigos a alterações já no ambiente de produção.

5 benefícios da entrega contínua no desenvolvimento de softwares

A de aplicar a entrega contínua em seu negócio, é preciso entender seus benefícios. Para tanto, um estudo de Nicole Forsgren e Jez Humble aponta diversas dessas vantagens como grandes diferenciais da abordagem. Intitulado de The Role of Continuous Delivery in IT and Organizational Performance, o trabalho traz como principais pontos:

1 – Queda nos Riscos

Tradicionalmente as alterações de um software são feitas de uma vez só, acarretando grandes modificações no projeto inicial. A entrega contínua, por sua vez, sugere pequenos lançamentos feitos de maneira frequente.

Com isso, há menos riscos, já que as adaptações feitas em várias etapas ajudam a conter qualquer erro. Além disso, a agilidade na correção de falhas faz com que os usuários não tenham sua experiência prejudicada devido às paradas para atualização.

2 – Aumento da Qualidade

A entrega contínua também aumenta a qualidade apresentada no projeto. Isso porque, com o software em constante atualização, correções e adaptações são feitas de maneira mais rápida, tornando o programa sempre efetivo.

Assim, com um sistema de melhor desempenho e que atenda as demandas de um mercado extremamente mutável, as empresas conseguem se destacar perante seus concorrentes.

3 – Velocidade de Atendimento

Diante de um mercado em constante transformação, é preciso estar sempre atento às novas demandas. De uma hora para outra, as necessidades do cliente podem mudar, e um bom software deve estar atento a isso.

Nesse contexto, processos burocráticos, lentos e com muitas etapas são pouco eficazes. Já a utilização de uma abordagem que permita rápidas mudanças e implementações facilitadas pode ajudar a destacar produtos e marcas.

Resumidamente, a entrega contínua aparece como solução ideal, principalmente por se ajustar ao mercado. Com ela, os desenvolvedores podem focar no que é realmente necessário para entregar rapidez e qualidade ao cliente.

4 – Custos mais baixos

A partir do momento que se automatizam processos, há uma cadeia de atividades que deixam de ser necessárias. No desenvolvimento de softwares, essas podem ser justamente os testes e ajustes de estrutura.

Isso significa que os desenvolvedores podem concentrar esforços no que realmente importa. Ou seja, dedicar suas horas de trabalho em melhorias, a fim de estar sempre à frente do que o usuário necessita.

Como resultado, há uma significante redução dos custos do projeto. Afinal, ainda que a automatização possa representar um investimento, ele será diluído em diversos projetos e trará economia às horas dedicadas ao desenvolvimento.

5 – Satisfação Geral

É óbvio que, com todos os pontos assinalados acima, o consumidor ficará mais satisfeito com o produto recebido. Qualidade aprimorada, maior velocidade, menos erros e riscos, além de um custo mais baixo. Tudo que o mercado deseja.

O que pouca gente considera, porém, é o aumento significativo da satisfação interna por conta disso tudo. Cliente feliz representa menos reclamações e mais tempo para se dedicar às tarefas principais.

De modo geral, você terá menos repetições, menos horas perdidas, menos burocracia e uma equipe muito mais focada.

Como implantar a entrega contínua em seu negócio?

É simples entender que a entrega contínua representa a evolução no desenvolvimento de softwares. Ainda assim, é natural que haja dificuldades na aplicação do conceito em uma empresa, visto que a metodologia também passa por uma mudança da cultura interna.

O ideal nesse caso é se munir de informações e fazer a correta preparação para a implementação. Mais interessante ainda é a busca por parceiros que possam auxiliar nesse processo, trazendo expertise e boas práticas ao seu negócio. Nesse contexto, a iBlue surge como o parceiro ideal para sua empresa.

Com mais de 100 colaboradores, possuímos uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. Atuamos com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado do desenho à implementação e a gestão de serviço das melhores soluções digitais, web ou mobile.

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Como sistemas legados influenciam na transformação digital da sua empresa?

A presença de sistemas legados é uma situação bastante corriqueira em diversas empresas atualmente. Isso se dá, principalmente, pela necessidade de atualizar os softwares da companhia com o que há de mais moderno disponível. Mais do que isso, porém, há também a falta de compatibilidade entre esses sistemas e os mais atuais.

Geralmente, as plataformas utilizadas são de extrema importância para a companhia. Na prática, isso significa que não é tão simples fazer a transição, especialmente sem haver um parceiro que lhe auxilie. É nesse momento, justamente, que surge a dúvida sobre como executar esse processo da melhor maneira.

Para entender a melhor forma de atualizar seus sistemas legados, confira o texto abaixo. Nele, poderá entender o que são esses softwares e qual sua importância, bem como os passos para essa atualização.

O que são sistemas legados?

A fim de compreender melhor o que é um sistema legado, o primeiro passo é entender, de fato, a que se refere o termo. Para isso, é possível dizer que, de forma simples, estas são plataformas desenvolvidas com uma tecnologia mais antiga. Ainda assim, são vitais para o correto funcionamento da organização.

Isso se dá, basicamente, porque foram criadas há mais tempo e com o que se tinha à disposição na época. Não necessariamente, portanto, são programas ruins, sendo apenas desatualizados. Em alguns casos, porém, esses produtos podem também ter sido descontinuados por seus fornecedores, o que complica ainda mais sua utilização.

Em geral, a situação que dificulta sua atualização é que eles são de grande importância para as empresas. Isso significa que, ao contrário do que se pode pensar, o processo não é tão simples quanto desligar um e ligar outro. Essas plataformas podem ter papel fundamental na rotina das companhias, não podendo ser canceladas repentinamente.

Por que modernizar seus sistemas legados?

Segundo o estudo The State of IT Modernization, feito pela IDG em 2020, inúmeras são as empresas trabalhando na modernização de seus sistemas neste exato momento. De acordo com os dados levantados, mais de 30% das companhias já estão na reta final do processo. Além destas, 26% estão apenas começando, e 25% já atingiram seus objetivos.

Os números deixam claro que organizações de todo o mundo tratam esse como um ponto fundamental para sua evolução. E isso se dá, principalmente, por conta da transformação digital que as atinge. A tecnologia evolui, remodela a forma como atividades são feitas e, assim, exige uma completa atualização dos negócios.

Para modernizar os sistemas legados, entretanto, há mais de uma solução. Enquanto muitos pensam logo na substituição destes, também é possível realizar correções e atualizações. Isso significa, então, que para resolver essa situação não necessariamente você dependerá de outra plataforma.

Método de modernização dos sistemas legados

Entendendo o que são e a importância dos sistemas legados, chega o momento de atualizá-los. Esse processo de modernização não pode, entretanto, ser feito de qualquer maneira. Se faz necessário passar por algumas etapas a fim de atingir o resultado esperado e não trazer danos à companhia. E é isso que você verá nos parágrafos a seguir.

Análise dos sistemas legados

Para determinar o que há de desatualizado em suas instalações, o primeiro passo é realizar uma extensa análise. Nesse momento, é preciso entender todos os softwares que estão em execução e como eles se comportam. Muito provavelmente, a maioria deles estará de acordo, enquanto alguns poucos estarão desatualizados.

Se faz importante também o correto entendimento dos objetivos da companhia e suas necessidades. Estes são pontos que definirão as prioridades da organização e quais são as plataformas que precisam se ajustar a ela. Não necessariamente, portanto, haverá a necessidade de modernizar toda sua arquitetura, mas sim aquilo que está em desacordo.

Estratégia de atualização

Com tudo entendido e definidos os objetivos do projeto, chega a hora de criar uma estratégia para tanto. Nesse ponto, deve-se elaborar um método que permita a atualização dos sistemas legados sem que se interfira em outras plataformas. É aqui também que será identificada a melhor maneira de lidar com tais softwares.

Dependendo dos problemas encontrados, pode-se optar por mais de uma tática. Exemplos para isso são o rearchitectrearquitetar o sistema —, seu encapsulamento — técnica de separar o programa em partes —, ou a criação de documentação — quando se faz um manual de utilização dele. Em todos os casos, é possível arrumar ou contornar o problema.

Implementação, instalação e configuração

Definida a estratégia, é hora de implementá-la na rotina de sua empresa. Nesse passo, encontram-se diversos pontos, que passam pela instalação dos novos sistemas, sua correta configuração e a comunicação à equipe. Cada uma dessas etapas tem sua importância, visto que, juntas, garantem o funcionamento da plataforma e seus benefícios.

Uma das maneiras de realizar tudo isso é por meio de entregas parciais, que representam pequenas partes do projeto. Na prática, isso significa que a mudança e atualização dos sistemas legados será feita aos poucos. Com isso, garante-se o tempo para o time se acostumar com a nova realidade e a eficácia da plataforma como um todo.

Backup, homologação e acompanhamento

Engana-se quem pensa que, após a implementação, o projeto está finalizado. Depois deste ponto, ainda se faz preciso realizar o backup de todos os sistemas legados presentes anteriormente. Além disso, é necessário também homologar todo o processo e, obviamente, manter um acompanhamento de tudo o que foi feito.

Esta etapa não possui uma duração determinada, visto que depende da aceitação da nova plataforma pela companhia. Muitas vezes, algumas adaptações serão necessárias, bem como atualizações sempre que novas tecnologias forem difundidas. Esse se mostra, portanto, como um passo constante e que deve ser tido sempre como de extrema importância.

Garanta uma excelente modernização de seus sistemas legados

Atualizar toda a sua plataforma e evitar contar com sistemas legados é muito importante para a evolução de um negócio. Esse processo, entretanto, não é tão simples como parece, sendo indicado contar com parceiros que sejam especialistas no assunto. É essa expertise que te possibilitará realizar o projeto de forma mais rápida e eficiente.

Assim, a iBlue surge como o parceiro ideal para sua empresa. Com mais de 100 colaboradores, possui uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. A companhia atua com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado do desenho à implementação e a gestão de serviço das melhores soluções digitais, web ou mobile.

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Como o DevOps traz agilidade e eficiência no desenvolvimento de softwares?

O termo DevOps tem ganhado muita força dentro do ambiente corporativo. Isso porque, com o objetivo de superar tradicionais obstáculos no desenvolvimento de softwares, essa metodologia cada vez mais faz parte do vocabulário dos profissionais e departamentos de tecnologia das empresas.

Por isso, aqueles que ainda não estão familiarizados com seu papel no desenvolvimento de softwares, precisam entender o real significado do DevOps, bem como os motivos que o tornam tão importante.

Ficou interessado no assunto? Então confira este artigo completo sobre o tema para entender como a iBlue pode ajudar a aplicá-lo em sua companhia!

Como surgiu o DevOps?

A fim de entender o que é DevOps e como funciona sua utilização dentro de empresas, é preciso compreender sua história. Essa que teve início em 2009, quando Paul Hammond e John Allspaw apresentaram um novo projeto na conferência Velocity O’Reilly.

Intitulada “Mais de 10 aplicações por dia: cooperação de desenvolvimento e operações no Flickr”, a apresentação foi revolucionária. O motivo para isso é que ela resolvia um dos maiores problemas para a criação de programas. Justamente a falta de colaboração e comunicação entre os desenvolvedores de software e o operacional de TI.

Ou seja, a dupla visava uma nova metodologia para o desenvolvimento de softwares que integrava ambos os departamentos. Não à toa, seu nome foi oficializado como a junção das duas áreas: DEV (development) e OPS (operation).

A confirmação de sua excelência pode ser comprovada no relatório State of DevOps, da empresa Puppet. Inclusive, em sua versão de 2019, alguns dados interessantes puderam ser analisados, como:

  • Entregar softwares de forma rápida, confiável e segura é o coração da transformação tecnológica e performance organizacional;
  • A utilização da computação em nuvem continua a ser um diferencial para programadores de elite;
  • A produtividade da estratégia pode representar melhoras no equilíbrio entre vida pessoal e profissional, evitando o estresse da equipe.

10 características da cultura DevOps que impactam no desenvolvimento de softwares

Como uma estratégia revolucionária, o DevOps aparece não apenas com uma nova metodologia, mas também uma nova cultura dentro do departamento de tecnologia das empresas.

Dessa forma, diversas são as maneiras que esse conceito pode auxiliar e mudar, completamente, uma organização. Para entender melhor, confira 10 processos que podem ser influenciados por ele:

1 – Integração de Equipes

O principal ponto base da aplicação do DevOps é, sem dúvidas, a integração entre as áreas. Aqui, destacam-se o setor de desenvolvimento de softwares e da equipe operacional, ainda que outras áreas, com a de segurança da informação, também possam ser afetadas.

Sendo assim, é possível perceber uma melhor comunicação entre todos os que trabalham em um mesmo projeto. Isso, para a empresa, representa um caminho mais curto e efetivo para se chegar aos resultados.

2 – Desburocratização Organizacional

Grande parte dos silos que existem entre os departamentos se dá por conta da burocracia dentro das organizações. Tarefas que poderiam ser ágeis acabam demorando demais, tornando o relacionamento entre as equipes ruim.

Para tanto, o DevOps preza por uma simplificação de diversas etapas, utilizando processos adaptáveis e flexíveis. Por exemplo, a reutilização de módulos de softwares que passa a ser permitida e encorajada durante o desenvolvimento de novos projetos.

3 – Automação de Processos

Quando liberados ao público, os softwares representam, para a equipe de TI., apenas mais um trabalho manual. Isso se dá porque boa parte de seu dia fica destinado a tarefas repetitivas referentes ao programa.

Já com a implantação do DevOps, essas atividades se tornam automatizadas e abrem espaço em suas agendas. Assim, todo o departamento pode se dedicar ao que realmente importa, estudando e melhorando o software continuamente.

4 – Revisão de Atividades

Uma vez adotada essa nova cultura dentro das organizações, é possível perceber que algumas tarefas se tornarão obsoletas. Por isso, é preciso que haja uma revisão de todos os procedimentos que cercam o desenvolvimento de um software. E o objetivo é simples e eficiente: tornar os processos mais racionais e econômicos.

5 – Modernização da Estrutura

A revisão dos processos pode soar como algo ruim, ainda mais para quem trabalha com atividades consideradas obsoletas. A verdade, porém, é que é esse passo que torna possível a modernização de toda a estrutura do departamento.

Para confirmar seus resultados, o DevOps aposta em diversas tecnologias que facilitam o trabalho das equipes. Entre as mais em alta atualmente, encontra-se a computação em nuvem, que influencia diretamente na economia e na mobilidade do desenvolvimento.

6 – Sentimento de Pertencimento

A adesão à computação em nuvem traz diversos benefícios a uma companhia, mas um se destaca dos demais, ainda mais nesse caso. Trata-se da colaboração entre as equipes, a qual traz um sentimento de pertencimento a todos do projeto.

Agora, deixam de existir “nós” e “eles”, já que todos têm acesso à informação. A união entre departamentos traz mais comunicação e, com isso, uma maior colaboração da empresa como um todo.

7 – Atualização de Conhecimento

Para ter acesso a tantas novas tecnologias, o trabalho de outsourcing pode ser requirido por vezes. O principal defensor dessa tese é o próprio metodologia, que preza por equipes especializadas em sua manutenção.

Isso, por outro lado, se traduz na oportunidade dos times internos adquirirem uma nova compreensão sobre determinado assunto. Dessa maneira, seus funcionários ganham poder de negociação e aprendem a se comunicar melhor com prestadores externos.

8 – Equipes Multidisciplinares

Todo o conceito de DevOps se baseia na integração de departamentos e na comunicação da empresa como um todo. Isso se reflete no surgimento de equipes novas e completamente multidisciplinares.

Boa parte disso se deve ao término do conflito entre os colaboradores de diferente áreas e à nova relação entre eles. A partir de então, aumenta-se comprometimento com o projeto, visto que ele está diretamente relacionado ao sucesso de todos, ao mesmo tempo que permite que as equipes se expandam e agreguem cada vez mais valor.

9 – Métricas e Resultados

Toda colaboração é essencial para mudar a cultura de desenvolvimento, mas de nada adiantará se ela não trouxer os resultados que a organização necessita. Por isso, investir em novas metodologias de trabalho requer acrescentar novas métricas ao acompanhamento da empresa.

Com esse fim, o departamento de TI deverá realizar novas análises e identificar indicadores que comprovem sua eficiência. Entre eles, encontram-se velocidade de verificação, tempo médio de restauração, taxa de erros e outro mais.

10 – Adaptação ao Futuro

Não é segredo para ninguém que o mercado de tecnologia se atualiza a todo o momento. Na prática, isso significa que novas soluções podem se tornar obsoletas em pouco tempo. E você deve estar pronto para se atualizar também.

Ciente disso, a metodologia DevOps busca ser totalmente adaptável e escalonável, permitindo à empresa crescer ou mudar a qualquer momento. Boa parte dessa capacidade, aliás, está na utilização de terceiros para a realização de tarefas, o que permite o reajuste de equipe ou de contrato.

Como implantar o DevOps em seu negócio?

Para os que estão contextualizados com a Metodologia Agile, é simples compreender o papel do DevOps. Afinal, esse nada mais é do que uma maneira de coordenar os esforços no desenvolvimento de um software.

E como vimos nos tópicos acima, para auxiliar nesse processo é ideal contar com tecnologia de ponta que dê apoio à técnica. Esse, entretanto, é um dos maiores desafios de empresas que pretendem iniciar essa proposta.

Nesse momento, sugere-se a busca por parceiros que possam te ajudar na criação de soluções digitais que aumentem sua eficiência. Para tanto, a iBlue surge como o parceiro ideal para seu negócio.

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Metodologia Agile: O que é e por que sua empresa deve adotá-la?

Muito provavelmente você já ouviu falar da Metodologia Agile se trabalha com gestão de projetos ou softwares. Se este é um termo novo para você, saiba que ele pode te auxiliar muito durante o trabalho.

O conceito surgiu no início dos anos 2000, tendo como objetivo um desenvolvimento ágil ao curso de qualquer projeto. Algumas são as maneiras de utilizá-lo, incluindo nomes conhecidos como Scrum e Kanban. Independentemente da escolhida, porém, o foco está em ajudar a companhia a continuar competitiva.

Mais importante que saber disso, porém, é entender como aplicar a técnica corretamente em uma empresa. Ficou interessado no tema? Então confira abaixo mais informações para revolucionar sua organização com o auxílio da tecnologia.

O que é Metodologia Agile?

De forma bastante simples, a metodologia Agile é um modelo de gerenciamento. Assim, se apresenta como uma solução a problemas comuns de qualquer companhia. Exemplos são atender as demandas do mercado e trabalhar com alta produtividade e de maneira flexível. Basicamente, o sonho de qualquer empresa.

Para se distanciar de outras técnicas, a Agile foca no desenvolvimento de softwares de maneira interativa. Ao contrário dos demais modelos presentes no mercado, aqui a estrutura é formada por pequenas e breves etapas. Isso tudo foi descrito no Manifesto Ágil, documento escrito por 17 programadores em 2001 — e que lançou o projeto.

Os 4 valores do Manifesto Ágil

No Manifesto Ágil, diversas foram as informações colocadas, tendo como objetivo modernizar os modelos de gestão. Os 17 programadores que participaram escreveram, cada um, suas visões acerca do processo para o desenvolvimento de um software.

Para isso, os participantes criaram 4 valores essenciais. Eles devem ser considerados ao longo de toda a execução da Metodologia Agile e são os seguintes:

  • Indivíduos e interação apresentam maior valor que processos e ferramentas;
  • Software em funcionamento apresenta maior valor que uma documentação completa;
  • Colaborações com clientes apresentam mais valor que negociações de contratos;
  • Responder às mudanças apresenta maior valor que seguir um planejamento inicial.

Quais as tendências da Metodologia Agile mais populares no mercado?

Ainda que seja um conceito relativamente novo — completa 20 anos agora —, a Metodologia Agile já apresenta diversas tendências. Na verdade, muitas delas já se desgrudaram do conceito original e alcançaram o mundo. Algumas, inclusive, não respondem mais apenas ao desenvolvimento de software, sendo aplicadas nas mais diversas áreas.

Kanban

Mesmo tendo sido inventada em 1960, 40 anos antes da Metodologia Agile, o Kanban é considerado uma de suas práticas. Isso se dá porque o conceito segue as mesmas aplicações, tendo evoluído ao longo dos anos.

Criado pela empresa automotiva japonesa Toyota, a tendência foi amplamente divulgada pelo mundo. Em português, seu nome significa “placa”, o que se explica pela aplicação da técnica.

Basicamente, são feitas três colunas em um quadro branco. A primeira tem o título de “a fazer”, a segunda de “fazendo” e a terceira “feito”. Por meio de post-its, são colocadas no quadro as atividades e o estágio em que estão. Simples, mas eficiente.

Smart

A metodologia Smart, por sua vez, tem uma visão menos teórica das atividades. Assim, tem como foco a priorização de uma estrutura de objetivos e metas. Na prática, o que se vê é um melhor aproveitamento do tempo, evitando esforços inúteis.

Outro ponto positivo do conceito é sua aplicabilidade, que pode ocorrer em qualquer departamento. Sua utilização também independe da meta ou objetivo, assim como do prazo de finalização deste.

O nome é um acrônimo dos critérios usados na técnica. Se sua meta respeitar os 5 pontos, então pode seguir adiante. Entenda:

  • S (Specific / Específico): Seu objetivo é específico, definido?
  • M (Mensurable / Mensurável): Sua meta é mensurável?
  • A (Attainable / Alcançável): Seu objetivo é possível de ser alcançada?
  • R (Relevant / Relevante): Sua meta é relevante para a empresa?
  • T (Time-related / Temporal): Qual o prazo para seu objetivo acontecer?

Lean

A Metodologia Agile tem como objetivo tornar a empresa mais ágil. Baseada nesse conceito, a Lean — enxuto, em português — é uma técnica relacionada a processos enxutos. Na prática, o que se vê são ideias que prezam pela simplicidade e rapidez, como pode se ver em seus pilares.

  • Redução de custos;
  • Melhoria contínua;
  • Aumento da produtividade;
  • Compartilhamento de informação.

Por conta dessa linha de fácil entendimento, a técnica também pode ser aplicada em diversas situações. Não somente o desenvolvimento de software, mas marketing, vendas e até produção podem utilizá-la. Em todos os casos, é preciso que os gestores tomem à frente do processo a fim de trazer resultados para a organização.

Design Sprint

Como você deve ter percebido, é natural que os conceitos aqui apresentados evoluam com o passar do tempo. O Design Sprint é um ótimo exemplo disso, já que surgiu como sprint, mas foi modernizado pelo Google.

Sua teoria básica é a de testar qualquer ideia ou produto em um prazo menor de 40 horas. Para isso, utilizam-se técnicas para avaliar a viabilidade deste, modificá-lo ou até abandoná-lo. Tudo sem perder tempo e gastar os esforços de sua equipe.

A fim de se chegar ao resultado esperado no tempo estimado, algumas teorias são usadas no processo. Entre elas, encontram-se o sprint, que deu origem ao conceito, e o design thinking, mais conhecido atualmente.

Scrum

Ainda que todas os tópicos acima sejam bastante difundidos, nenhum deles se compara ao Scrum. Este é o conceito de Metodologia Agile mais utilizado e mais popular do mundo. E motivos para isso não faltam.

A ideia é baseada em frameworks, tendo fácil compreensão e aplicabilidade em qualquer projeto. Tudo que empresas ao redor do globo precisam em momentos com tantas mudanças.

Sua lógica é composta pelos papéis fundamentais — product owner, scrum master e scrum team —, documentos e atividades. Tudo isso tem como objetivo organizar a maneira como a equipe trabalha, a função de cada integrante e a maneira como os objetivos são mensurados.

Case Spotify: Como a startup adaptou a Metodologia Agile às suas necessidades?

Tudo é muito lindo quando se lê a parte teórica, mas na hora da prática os problemas aparecem. Assim, nada melhor do que apresentar um case de sucesso para confirmar a facilidade da Metodologia Agile. Aqui, falamos da Spotify, gigante do streaming de músicas e podcasts.

A empresa surgiu como uma pequena startup, utilizando o Scrum como sua técnica de gestão. Com o crescimento, entretanto, ficou claro que seriam necessárias mudanças que fizessem sentido à organização. Nesse momento, surgiram os Spotify’s Squads.

A estrutura é comentada desde 2014 e ganhou fama pela maneira como a empresa adaptou o Scrum a seu favor. Basicamente, utilizaram de novas nomenclaturas e organizações internas para trazer mais resultados.

Além de se tornarem case, conseguiram construir um ambiente muito mais comunicativo e integrado. Cada squad sabe o que deve fazer e quando deve entregar, mas tem liberdade quanto à maneira de atuar.

Você pode até se perguntar sobre a efetividade da estratégia. Mas, para isso, o melhor é abrir seu celular e verificar qual o player de música que utiliza diariamente.

Por que sua empresa deve adotar uma Metodologia Agile?

Você deve ter percebido ao longo deste texto que são inúmeras as vantagens de adotar a Metodologia Agile. Bem mais do que apenas ideias, essa é uma estratégia que auxilia sua empresa a trabalhar de forma mais ágil e eficaz.

Para auxiliar nesse processo, o ideal é contar com tecnologia de ponta que dê apoio à técnica. Esse, entretanto, é um dos maiores desafios de empresas que pretendem iniciar essa proposta.

Nesse momento, sugere-se a busca por parceiros que possam te ajudar na criação de soluções digitais que aumentem sua eficiência. Para isso, a iBlue surge como o parceiro ideal para seu negócio.

Com mais de 100 colaboradores, possuímos uma equipe apta a te auxiliar em qualquer tarefa. Atuamos com uma operação de ponta a ponta, estando ao seu lado do desenho à implementação e a gestão de serviço das melhores soluções digitais, web ou mobile.

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